Como os pais podem proteger seus filhos de conteúdo impróprio na internet
Já falamos sobre isso por aqui, acho realmente importante que os pais acompanhem o conteúdo do que os seus filhos acessam na net. Aqui o texto em inglês e aqui traduzido automaticamente pelo google. Isso não é invasão é cuidado e acompanhamento. Atualmente, os pais andam tão preocupados em não invadir a privacidade, não delimitar limites mais severos, que acabam sendo negligentes e permissivos demais. O medo de desagradar os filhos, de ser odiado por eles, acaba criando uns mini-ditadores que tudo podem. Estipular horários de uso para um melhor acompanhamento, bloquear sites de conteúdo adulto e sites de relacionamento, ou mesmo acompanhar os comentários, não são atitudes autoritárias, mas sim de autoridade, cuidado e prevenção.
AIDS, Ryan White e o Bicho-Papão
Era 1993 e a AIDS ainda era uma desconhecida. Estigmatizada como câncer gay ou doença de hemofílicos, os casos de famosos iam se acumulando. A morte de Henfil em 1988, Lauro Corona em 1989, Cazuza e Ryan White em 1990, Freddie Mercury em 1991… No entanto, meu primeiro contato real com um portador da síndrome foi na Escola de Moda, eu tinha 22 anos e um professor, assumidamente gay, começou a emagrecer drasticamente e a disfarçar os sarcomas sob cachecóis e golas altas em pleno verão. Nem toda a sua competência ou genialidade como profissional foi capaz de conter o preconceito. Os cochichos nos corredores, os comentários maldosos e desinformados… Não demorou para que o professor (por orientação da diretoria?) desistisse das aulas, até que um tempo depois se soube da sua morte.
O texto do Dr. Maurício Garcia sobre Ryan White no Papo de Homem me fez lembrar dessa época sombria, onde a AIDS era um bicho-papão e ser diagnosticado portador era o mesmo receber uma sentença de morte social. Arrepiei aqui ao ler e relembrar a história daquele que inspirou a letra de Gone too soon, cantada por Michael Jackson.
Sprite e o comercial banido na Alemanha, ousadia ou falta de noção?
Esta semana li no Brainstorm #9 sobre um comercial da Sprite que foi banido na Alemanha. Na verdade, o comercial era uma descarada simulação de sexo oral, onde um negão saradíssimo tem uma bela loirinha ajoelhada à sua frente. Como eu disse no subtítulo, ousadia ou falta de noção? Chego até a ousar mais uma, seria fake? Mais um viral? Só vendo!
Up Date:
Como cheguei a cogitar ontem, o tal “comercial banido” é fake. Li a nota no Brainstorm#9 e fui fuçar. Trata-se de uma produção independente de um tal Max Isaacson que ousou fazer o projeto independente, com um toque de humor, como experimentação. Bom, não se pode negar que o moço obteve sucesso.
PS 1 – O Andarilho também comentou este comercial lá no seu “Castelo da Luxúria”… risos.
PS 2 – Não podemos esquecer nunca que pode muito bem ser uma estratégia de Marketing. Sexo gera buxixo sempre. Garanto o que for que nunca se falou tanto em Sprite. E olha que o refrigeranete nem é lá estas coisas!
Post relacionados a Sex drops | Sobre filhos e conteúdo imprório na internet, AIDS e o comercial banido da Sprite
- Sex Drops | Sobre ator pornô, nudez no cinema e Movimento Blog Voluntário
- Crianças e Internet – É preciso controlar o conteúdo do que o seu filho lê?
- Sex Drops | Sobre Skinografia, Dogging e Erotismo FemDom na Publicidade







Eu gosto de Sprite xD
Acho que é fake mesmo, se não for, é muita falta de bom senso.
Legal falar sobre os pais terem cuidado com o que os filhos acessam porque tem muito pedofilo entrando em chats de adolescentes conseguindo seus msn e aliciando-os, recentemente até vi um vídeo sobre isso, vou ver se acho depois e posto aqui.
Sobre o tema internet eu concordo com o q vc disse, tive uma briga aqui em casa dia desses, pq meus dois sobrinhos menores, de 9 e 11 anos tem orkut, acredita nisso? eu disperei na direção dos pais e só não fui muito além pq acho q essa responsabilidade é deles, se eles acham normal, quem sou eu pra fazê-los mudar de idéia? uma pena, tentei fazer a minha parte, mas a autoridade deles sobre as duas crianças é sem dúvida maior q a minha…
sobre Aids e o post do Papo de homem, comentei lá e colo aqui:
“não tanto qnto antes, mas ainda hoje há o preconceito contra as pessoas com Aids, eu tenho uma grande amiga que se aposentou pq não aguentou a pressão do ‘colegas’ de trabalho, o distanciamento deles, só pq ela teve a coragem de expor sua nova condição, foi brutalmente discriminada.
o namorado q tmb trabalhava conosco terminou com ela, acusando-a de ser promíscua e blá blá blá, todos ficaram ao lado dele, achando que ele era o ‘traído’ da história, tempos depois ele morreu, e foi descoberto que ele havia transmitido o vírus pra ela e para a esposa dele.
ainda hj as pessoas acreditam q a forma de contágio é pelo contato físico, mais precisamente pelo abraço, não são todos que pensam assim, mas uma minoria que consegue fazer estardalhaço, uma pena.”.
beijos
Ah, eu gostei do comercial da sprite, mas já vi outros mais apelativos… rs
Parece que o usuário retirou o vídeo. Tudo bem. Quanto ao assunto da Internet, acho que as ações preventivas descritas podem fazer toda diferença. A rede é uma terra de ninguém e o cardápio de aberrações é vasto. Isso pode ser muito perigoso nas mãos de um menor.
Abraços,
Enfil
Droga…só vi o ‘este video foi removido pelo usuário’.
ah, eu gosto de sprit, mas com gelo e umas rodelas de limão. Só gelado prefiro Fanta…gruaraná e evito, com sofrimento, a coca……rs
Eu não sou mãe, mas se tivesse filhos como certeza iria ficar de olho nas páginas onde eles navegam e to nem aí pra quem diz que é ‘invasão de privacidade’.
Filho, ou não, com 9/12 anos precisa de um olho adulto sobre ele.
Pena que com o ouvido acostumando a ouvir sobre AIDS o cérebro também foi se acostumando com a doença. Comum hoje ouvir pessoas dizendo “ah, doença todo mundo tem…ah, todo mundo morre um dia…ah, mas ela/ele não tem cara de doente….”
Ainda vivemos um época sombria…Só que com as pessoas menos apavoradas.
Abraço B.
Hmmm, eu gosto de Sprite.