A VIDA SECRETA

Reencontro, prazer e… Vingança! - Contos Secretos - Conto Erótico

Apr 25th 2008
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Mais um conto do R., ele já esteve por aqui com O Encontro e Minha Colega Inocente e Dominadora. Dessa vez, ele traz à tona mais uma vez o assunto Vingança Feminina, abordado anteriormente pela Cláudia Motta. Neste texto, R. abusa de dois fetiches tabus, o sexo anal e a asfixia erótica. Eis um texto que me deixou sem fôlego, espero que gostem.

Aproveito para comunicar que decidi de agora em diante postar os Contos Secretos (textos, relatos e contos eróticos enviados pelos leitores) sempre às sextas, ok!? O que não impede de extraordinariamente postar em qualquer outro dia, mas até mesmo para organizar esta suruba, a princípio, Contos Secretos toda sexta-feira. Segue o ótimo texto do R.

Reencontro, prazer e… Vingança! - Texto enviado por R.

Alberto conhecera Sueli na inauguração da boate. O corpo dela não saia do seu pensamento e ele ficou o dia seguinte pensando nos traseiros dela durante a leitura do jornal. Compareceu à reunião curtindo as lembranças dela rebolando. Ficava imaginando como seria seu sexo, será cabeluda ou raspada?.

Beto, como era conhecido, não conseguia se concentrar nos seus afazeres. Precisava encontrar e comer aquela morenaça. Ligou, marcou um encontro.

Noite perfeita! Jantar maravilhoso no restaurante japonês, carro do ano, espetáculo divino digno da Broadway e um motel com tudo que teve direito.

Ele realizou todos os desejos. A teve de forma egoísta, egocêntrica. O que importava era seu prazer e sua companheira de cama seria apenas mais uma na sua longa lista de conquistas.

Sueli demonstrou estar louca para dar a bunda. Alberto não pensou duas vezes, ele ficou alucinado ao vê-la de quatro pronta para ser penetrada. Sem os devidos cuidados para criar o clima necessário para receber o precioso presente, ele enfiou com tudo e ela reagiu com um gemido de dor.

Ela sugeriu mudar de posição porque gostaria de oferecer um prazer único e inesquecível. Ele sentou-se e ela veio por cima e sentou-se de frente para ele. Sueli aconselhou que ele observasse bem os olhos dela. Ele quase gozou ao ver a expressão de dor nos olhos dela enquanto o anus dela recebia aquele membro bruto.

Olhar os olhos dela enquanto comia sua parte mais íntima era muito excitante. Para Alberto, Sueli só podia ser masoquista para gostar de sofrer e se humilhar.

Eles se olhavam firmemente e ela pegou um lenço de seda muito macio e colorido e foi colocando delicadamente no pescoço dele e começou a sufocá-lo.

Alberto reclamou que ela estava apertando demais, e ela respondeu que o maior prazer do mundo é o momento da quase morte no enforcamento. Ele achava estranho, mas se ela garantia tanto prazer, ele não dispensaria ter o melhor orgasmo da vida dele, ainda mais, dentro do cuzinho dela.

A agonia provocada pelo lenço estava demais e, de repente, ele sentiu seu pênis inchar e aumentar de volume, com conseqüente ejaculação no túnel profundo de Sueli, um prazer jamais sentido.

Foi o último prazer da vida dele. Ela sentira um estranho prazer, o gozo do sexo brutal e a satisfação da missão cumprida. Ela tirou o lenço suavemente do seu pescoço, acendeu um cigarro e carinhosamente deixou de presente um artigo de jornal do mesmo dia e mês, mas publicado há uma década, sobre o resultado de julgamento em que um executivo bem sucedido foi inocentado da acusação de estupro de uma menor por absoluta falta de provas e testemunhas.


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11 Comments

  1. As vinganças em defesa da honra são as melhores…
    beijos B. e R.

  2. E esta em especial foi de arrepiar!

  3. Bem mórbido ela ter alimentado isso durante tanto tempo e ainda ter tido relações com o cara, muito sangue frio, tá certo q não é fácil apagar da memória um estupro, mas perpetuar isso durante tanto tempo e levar a esse desfecho foi crueldade.

  4. Sabe o melhor em ficção? É ficção, podemos tudo. Eu tenho um fetiche meio esquisito que é o Giantess, já perdi as contas de qtas vezes enquanto Giganta Malvada em roleplays com um amigo eu já esquartejei e matei o pobre com o dedão do meu pé. Sabe lá o que é isso? Eu me excito com a cena descrita e nem por isso sinto isso como algo sequer próximo da realidade. Seria doloroso e doentio se fosse realidade, mas não é. É um conto de ficção. Ainda bem… risos. Parabéns ao R. que passou tanta realidade que passa até um certo mal-estar. Eu amei.

  5. Cláudia Motta

    Como dizem os italianos “a vingança é um prato que se come frio” de fato as melhores vinganças são as planejadas, aquelas que esperamos a oportunidade para realizá-las e nesse quesito penso que as mulheres são bem mais pacientes. Belíssima vingança rsss
    Parabéns R conto muito bom, não tive a penor pena do “Alberto” foi mesmo merecido. Ops… deixei falar mais alto meu lado “vingativo” rssss

    Beijos

  6. Daniela

    Adorei, dá um medo!!! mas que um cara assim merecia isso, merecia rsss

    Bj

  7. Tenho uma vontade de virar cineasta algum dia. E textos assim instigam essa pequena chama dentro de mim. Fazem o meu cérebro ficar imaginando como seria fazer tal filme, seja um curta ou um longa. As implicações de se escolher um ou o outro formato. Como trataria a iluminação, como seriam retratados os personagens. Eita, minha mente está viajando longe com este conto.

  8. Renato

    Gostei muito do conto. Penso que se fosse mulher faria a mesma coisa, ia esperar muito tempo e me vingar do filho da p* que fez isso.

    Abraços

  9. iandra

    corajosa até d +, sangue frio ainda deixar tal canalha
    se aproximar tanto dela
    mas está de parabéns…
    como dizem, vingança é prato q se come frio.

  10. STCR

    di-vi-no

  11. Dois contos eróticos para seu site:

    O quarto era bastante aconchegante, com móveis de madeira bruta, trabalhada artisticamente. A enorme cama de casal tinha espaço suficiente para quatro pessoas e na parede que ladeava a cama, um grande espelho estava fixado. O forte calor que fazia, apesar da deliciosa brisa que entrava pela grande janela envidraçada, levou Fellicia a tirar a minissaia e a miniblusa que usava, revelando toda a beleza nua do seu corpo de mulher de 30 anos, bem queimado de sol, sem marca de biquíni. Deitando-se voluptuosamente na enorme cama, ela convidou Carmem e Gabriel a seguirem o seu exemplo. Carmem, desinibida, foi a primeira a despir-se e deitar ao lado da Fellicia, abraçando-a e dando-lhe um beijo nos lábios, enquanto fazia um carinho nos seios dela. Gabriel teve uma excitação instantânea ao presenciar as duas se acariciando e mais estimulado ainda pela visão de duas mulheres muito bonitas inteiramente nuas à sua frente. As duas sorriram ao olharem para ele e constatarem que ainda estava de bermuda, empinada para a frente pelo membro excitado. Carmem exclamou:

    — Tire logo essa bermuda, Gabriel! Quero constatar o que a Fellicia já me contou, que você é bem dotado! Vamos, não fique inibido, tire logo para eu matar a minha curiosidade de mulher e ver essa pujança que está empinando a sua bermuda! Já estou ficando toda molhada só de imaginar como ele é! — Quando Gabriel abaixou a bermuda e a cueca, ela exclamou:

    — Uaaaau! Que maravilha de instrumento você tem!

    — Maravilha é tê-lo todo dentro, ou galopando sentada nele, recebendo o prazer que o dono dele sabe proporcionar! — Fellicia enquanto elogiava Gabriel estendeu os braços, para que ele fosse deitar-se no meio das duas. Quando ele estava no meio delas, sentindo toda a eletricidade da excitação enorme que fazia avolumar o seu membro, sentiu que a Carmem acariciava-o e puxava-o, pelo membro, para enlaçá-lo com as coxas, com ares de proprietária. Fellicia empurrava Gabriel, instigando-lhe as nádegas com o corpo colado ao dele, enquanto beijava a sua nuca, fazendo-o ficar com o corpo todo arrepiado, como se estivesse com frio. Carmem balançava o corpo enquanto transpirava de prazer e tesão e com um olhar guloso, que ela gostava de usar, aproximou o rosto ao do Gabriel e colou os lábios nos dele. Fellicia incentiva-a a soltar o prazer, a deixar vir a avalanche de prazer. Carmem continuou a mexer o corpo, mantendo enlaçado o membro dele, enquanto ela beijava sofregamente e com paixão os seus lábios. Em poucos minutos o corpo dela começou a estremecer todo com a descarga energética que ela sentia com o forte orgasmo. Gabriel ficou impressionado como ela tinha orgasmos facilmente. Fellicia exultava de alegria ao ver a amiga convulsionada de prazer e depois que Carmem relaxou e abriu os olhos, beijando Gabriel e dizendo um obrigado pelo prazer, ela perguntou a se ele queria chegar ao final.

    — Só se você quiser que eu lhe dê prazer também!

    — Meu querido, eu demoro para chegar a ter prazer logo após o almoço, pois fico preocupada com a digestão. Vamos guardar energia para mais tarde, quando poderemos brincar bastante entre nós, está bom? Eu prefiro agora cochilar um pouco aproveitando esse soninho que a cerveja está me dando…

    — Fellicia, se você não quer usufruir dessa pujança, deixe-me ter a alegria de adormecer com ele dentro de mim. — E enquanto falava, virou Gabriel de costas e sentou-se, sem a menor cerimônia, no membro dele, engolindo-o inteiro dentro dela. Depois, sem movimentar-se, com os braços segurou Gabriel e rolou de cima dele, deitando-se lado a lado com ele. Ficou quietinha, sem se mexer, apenas olhando nos olhos dele e sorrindo, enquanto ele também permaneceu imóvel, olhando para ela e também, sorrindo. Gabriel sorria para ela enquanto, com uma das mãos, acariciava levemente um dos seus seios. Fellicia, chegando o corpo por trás do Gabriel, enlaçava o corpo dele, colocando por trás uma das suas pernas no meio das dele. E foi assim que os três adormeceram…

    Veja outro trecho erótico do livro, para conhecer o estilo do livro:

    … A água que esfriava fez com Fellicia e Gabriel saíssem da banheira e cada um enxugou o outro, enrolando-se os dois na felpuda e grande toalha, ficando ali enrolados, com os corpos nus encostados e unidos pelo longo beijo. Os cérebros deles agitavam-se em reações químicas, afetados pela excitação que estavam sentindo um pelo outro, fazendo disparar o complexo sistema de descarga hormonal, o hipotálamo aumentando o tônus do desejo sexual, secretando mais e mais hormônios sexuais, estrógeno nela e testosterona nele, e em ambos a adrenalina, preparando-os para a atividade sexual, levando-os a seduzir o outro e aumentar a emoção do amor que os unia. O sistema límbico, ou cérebro emocional, aumentava o desejo sexual e emocional, pondo fogo no encontro amoroso deles, fazendo aumentar as suas circulações do sangue, disparando os seus corações, fazendo as suas respirações ficarem ofegantes, eriçando os seus pêlos, enrubescendo a pele e concentrando sangue nas regiões genitais, dilatando-as, provocando o inchaço vaginal nela e a ereção, pujante, nele. E esse fogo do desejo cresceu com voluptuosidade neles, com seus corpos ficando inebriados pela endorfina, com sensações indescritíveis de prazer e satisfação emocional e espiritual. Eles não conseguiram segurar mais a vontade de fazerem amor. A cama redonda quase quebrou de tanto que mergulharam um no outro e foi um ato de amor galopante, levando-os a sentirem as vibrações extasiantes do orgasmo, sentidas como se fossem uma realização espiritual, naquele momento culminante no qual todas as células nervosas de seus cérebros descarregavam a energia elétrica vibratória. O prazer dos dois, com os corpos unidos pelo sexo, era superlativo, era demais! Parecia que uma luz brilhante explodia no centro do prazer, no lado direito dos seus cérebros, enchendo de vivacidade e sensualidade as suas emoções, levando-os a terem uma maior percepção dos sons e grunhidos que faziam, dos movimentos amorosos que faziam com seus corpos buscando uma maior aproximação física e uma maior percepção das cores verdes dos seus olhos, no olhar profundo que davam um ao outro. Nessa hora, inconscientemente, deixaram o lado esquerdo dos seus cérebros em repouso, sem qualquer abstração, sem qualquer pensamento ou raciocínio lógico, sem qualquer intelectualismo de análise, de medição, de classificação, de organização, de contagem… Sentiram apenas a satisfação sexual e a alegria, a serenidade, a paz espiritual e emocional que a acompanham. O que sentiam indicava que os dois, Fellicia e Gabriel, tinham a aptidão neurológica para a felicidade, com uma perfeita harmonização dos dois hemisférios cerebrais e das suas conexões neurológicas elétricas…
    Depois do êxtase, parece que tinham sido afetados pela anfetamina do amor, a feniletilamine, secretada naturalmente pelo cérebro das pessoas apaixonadas fazendo desaparecer qualquer inibição, qualquer bloqueio. Sentindo-se cheios de amor, um riso contagiou os dois. Começaram a rir de alegria por estarem reencontrando-se… (…) Viviam naturalmente a simplicidade de serem doadores de amor e recebedores do amor do outro. O mundo parecia pequeno para a felicidade que estavam sentindo um com o outro. Sentiam o amor como um lugar onde refugiavam suas vidas, esquecendo o mundo que existia lá fora. Sentiam o amor majestoso como um oceano e infinito como o Universo! Nada mais era importante, só suspirar de prazer, sentindo o amor, adormecendo sorrindo…

    Estas são duas amostras do que os leitores encontrarão ao descobrirem “Os Segredos de Fellicia”, livro que é encontrado pelo site http://www.editora-opcao.com.br

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