Postado em 22 fevereiro 2008. Tags: Em outros blogs, prostituição
Pois é, cada um tem a sua vida secreta… Vale dar uma passadinha no Post-its do Celso Bessa e ler “Prostituição. Toda casa é um puteiro“, uma crÃtica (muito mais social que da profissão em si).
Também já me senti prostituta. E garanto que não foi trepando…
Post relacionados a Prostituição – o outro lado da vida secreta
- Operação contra prostituição em SP
- O lado B.
- O Lado B. de… Recife?
Bora dividir este post?
Sobre B.
B. é editora do A Vida Secreta. Uma loba em pele de cordeirinha, que acredita que a consensualidade é a base de todos os relacionamentos.
Fui prostituta por longos 3 anos, digo a voces que nada tem de bom nisso apenas realmente uma falta de oportunidade de uma mãe que precisa sustentar seus filhos e não encontra trabalho em lugar nenhum da sociedade,leiam meu blog
[comentário editado por não-conformidade com regras do AVS - link no corpo do e-mail] e aà com certeza voces irão entender muito mais a respeito desse submundo que eu vivi e do qual quase não consegui sair. Podem comentar a vontade, bjus a todos!
Eu pago impostos, que são mal aplicados, sou obrigado a isso então sou um puto.
É B…..
Uma vez prometi a mim mesma, eu sou assim, não mudo o mundo que está a minha volta se adapta nós também…Mas meu ideais, minhas vontades e anseios esse o mundo tem que mudar pra mim e não eu mudar pra ele :D
ADorei este blog sensacional devorei cada post dele…
Beijos e te add nu orkut :D
só sei q na cama eu sou putinha sim…e daÃ? rs
bjs
Rê
Cada vez que somos obrigados a fazer algo que vai de encontro a nossos princÃpios estamos nos prostituindo, seja vendendo idéias em que não acreditamos, seja vendendo nossa força de trabalho para quem não merece, seja cumprindo ordens que não concordamos ou seguindo regras que nos são impostas todos os dias. Cada um tem um preço, as vezes não é dinheiro, pode ser atenção, carinho, admiração, etc.. a gama de coisas é enorme mas toda pessoa acaba se vendendo por alguma coisa, Enfim, viver acaba sendo um ato de prostituição para a maioria dos “mortais”, mas o bom da vida é que podemos. dentro de um certo limite, escolher com o que vale a pena nos prostituirmos e ai podemos escolher qual é a “melhor” batalha que queremos ter com a nossa consciência, porque temos que justificar nem que seja para nós mesmos a escolha de nossa “prostituição”
B, bela escolha de artigo. Serve para uma grande reflexão, sobre nossas vidas, secretas ou não (rs).
Beijos
Olá minha querida,
este tema serve de reflexão.É triste e doloroso concerteza vender-se por dinheiro quando estamos convictos de que o que estamos a fazer não é justo e provoca dano em terceiros.
Quanto à venda po próprio corpo se pôr apenas por vontade própria e assumida como se vê já em vários casos, se fôr apenas por opção, penso que se a pessoa se sente bem assim tem o direito de fazer o que quiser do seu corpo.Já não o considero se fôr por necessidade.Por miséria humana e isso sabemos nós é o motivo principal da prostituição.
Beijinhos linda!
Ei B., valeu pelo pingback!
E estava pensando aqui na hipocrisia a respeito da prostituição e lembrei de outra cena do filme Malena que merece reflexão. Quando a personagem começa a prestar favores, e andar pra cima e pra baixo, linda e arrumada – naquela cidadezinha cheia de mulheres largadas, inseguras ou que não se valorizam – todos os homens a assediam, com isqueiros para acender o cigarro. E as mulheres começam a ficar cada vez mais furibundas, vão lá e dão a surra na Malena:
Todos os homens desejam Malena, e todas as mulheres, no fundo desejavam ser Malena. Todas, mas se contentoram com a mediocridade em tudo nas próprias vidas.