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Sexualidade

PNL Sexual

“PNL é o estudo de como representamos a realidade em nossas mentes e de como podemos perceber, descobrir e alterar esta representação para atingirmos resultados desejados.”

Getúlio Barnasque.

Estava pensando… O que somos senão um produto da PNL que nos é empurrada goela abaixo todos os dias, e sequer percebemos, desde o início das nossas vidas?! Se isso funciona em expressões das mais simples, tais como “o dinheiro não traz felicidade”, que nos foram tatuadas na mente desde sempre. Quem dirá o sexo que é um tabu na maioria das sociedades, principalmente na massificada sociedade judaico-cristã?!

Ontem enquanto caminhava, fiquei pensando nos meus porquês. Que tipo de PNLS, programação neurolinguística sexual, me foi embutida para que eu seja esta mocinha que sou. E tudo isso porque lembrei da Nazaré, a personagem da Renata Sorah em Senhora do Destino. Ela, uma pilantra de décima categoria, se olhava no espelho, passava batom e dizia: “Tu é gostosa pra caramba”. Ri sozinha com o pensamento, pois lembrei de uma quantidade enorme de gente que eu conheço que tem tudo para não ser a mais linda, mais bem sucedida, mais interessante… No entanto, acredita com tanta força nisso que consegue transmitir exatamente esta idéia para quem rodeia e nós, simplesmente, aceitamos como verdade. Li certa vez que o ator Lázaro Ramos é um exemplo clássico disso. Ele disse certa vez no Sem Censura que cresceu em uma família que dizia sempre: “Lazinho é inteligente, é lindo, é sexy…”. Como não ser?!

Pensei então em colocar abaixo algumas expressões que ouvi ao longo da vida, repetidas vezes, por pessoas que eu não somente confiava quanto amava e que acabaram influenciando nesse milk-shake complicado e perfeitinho que sou. É interessante que algumas expressões, eu percebo que são extremamente libertadoras, enquanto outras completamente repressoras. E todas extremamente relevantes neste produto que hoje sou.

    “Canela fina?! Pra que preocupar… Perna é a primeira coisa que os homens jogam para o lado.” – Frase usada pelo meu avô e repetida uma vida pela minha mãe que, como eu, tem canelas finas.

    “Se precisasse de uma empregada, contratava uma, casei para ter uma esposa.” – Era o cala boca que o meu pai dava à família, quando comentavam da desorganização da minha mãe.

    “Não importa ser o primeiro e nem o último na vida de alguém. O importante é ser “o”, apenas isso.” – Comentário do meu pai, que dizia que o importante mesmo era ser o atual, sem preocupar com passado ou futuro.

    “A principal causa do divórcio é o casamento” – Frase que vi num programa de TV e ficou pra sempre na minha mente.

    “Fazer mal?! Que nada! Fulano “beneficiou” fulana, isso sim!” – Mais uma do meu pai quando vinham dizer que um cara tinha tirado a virgindade de alguma mocinha ingênua.

    “Só deixe de ser virgem quando estiver preparada para ganhar uma vida sexual. Isso implica em prazer, mas também em risco e responsabilidade.” – Outra da minha mãe. Passei a adolescência ouvindo isso.

    “Mulher na minha família não apanha de homem, nunca, pelo contrário. Se a mão cansar, pega um cabo de vassoura!” – Essa era uma frase típica da minha avó que era nordestina. Conhecida por não deixar homem nenhum levantar a mão para ela.

    “Nunca dê um tapa na face de ninguém. Para ter respeito é preciso respeitar” – Essa é da minha mãe, que nem sonha que a primeira coisa que faço em uma sessão, é mandar o outro ficar de joelhos e dar um tapa na face.

    “Magra, gorda, baixinha, alta… Mulher tem que ser gostosa!” – Coisas do papai… risos.

    “Mulher tem que ser independente emocionalmente. Nada de viver choramingando amor de ninguém.” – Também frase da minha mãe.

    “Cesteiro que faz um cesto, faz um cento.” – Frase da minha mãe, que aprendeu com minha avó, quando alguma amiga vem reclamar que o atual marido, que era o ex-amante, a traiu também.

    “Quero ser sempre invejado, nunca lastimado” – Comentário do meu pai quando percebia alguém paquerando a minha mãe na rua.

    “Quem pensa, não casa!” – Coisas da minha avó que casou tres vezes!!!

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Comentários

3 comentários em “PNL Sexual”

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  1. Não é a toa que vc cresceu desencanada, com um pai desses!! Meu pai também tem várias frases marcantes!! hehehehe!!
    Beijos!!

    Comentado por J@de | August 7, 2007, 7:49
  2. Olá . Aqui existe o ditado ” Quem casa não pensa e quem pensa não casa”.

    A sua avó era um pouco dominadora (Plos vistos).

    Existe o mito de que a nossa sociedade judaica cristã é repressora a nivel sexual.

    De facto a sociedade é repressora mas esta é a sociedade mais livre à face da terra,julgo eu.

    No mundo muçulmano que vai da bósnia até ao caucaso.., uma mulher que se ” porte mal “.., dão cabo dela.

    As proprias mães estrangulam as filhas quando suspeitam que estas ” se portam mal “.

    Ainda hà poucos dias foi condenada uma fulana de origem indiana , em inglaterra.
    A mulher do marido quiz-se divorciar…, ela atraiu-a ao paquistão..,e deu cabo dela.

    Na india…, se um fulano tem relações com mulher , tem de casar.

    A sociedade ocidental (Europa , americas ,algumas partes da asia )são as sociedades mais livres em matéria sexual.

    Clique no meu nome para ver video de jovem apedrejada até à morte no curdistão.

    Comentado por pisadinho | August 11, 2007, 8:57
  3. Na arábia saudita foi feito o primeiro video musical.
    Nesse pais não hà concertos..,nem musica .
    No video aparece uma moça, coberta evidentemente.
    Mas mesmo para isso foi pedido o consentimento da familia alargada..,que isto de mulheres aparecerem em videos…, é sacanagem demais nas arábias.

    E reclama-se sobre a moralidade judaico cristã…..;

    Porque se não sabe mais sobre a Arabia saudita? É o poder do dinheiro.
    Os caras é que têm a grana do petroleo e dominam os midia de forma que o que acontece nesses paises não se sabe.

    Só de quando em vez podemos ler artigos onde ve-mos como são as coisas nesses paises.

    O Bin Laden cheio de odio plo ocidente (e não só plos EUA), não apareceu por acaso – ele é produto de uma sociedade fundamentalista que está contra aquilo que ele vê como sendo a imoralidade do ocidente

    Saudi Arabia makes first music video

    By DONNA ABU-NASR, Associated Press Writer Mon Aug 13, 3:35 AM ET

    DUBAI, United Arab Emirates – The Arab world’s hugely popular music video industry often features sexy performers in revealing clothes crooning about love.
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    But the first clip to be fully produced in Saudi Arabia has a message of a different kind: You can be cool and devout.

    The video is unusual because it was made in a country where the religious establishment considers music un-Islamic and bans it in public places. And the main cast includes a Saudi woman, something rare in a work produced inside the kingdom.

    But in a sign of Saudi impatience with the restrictions, “Malak Ghair Allah” or “You Only Have God to Count On” was a hit when it was launched at a popular mall in the western seaport of Jiddah last week. Hundreds of people showed up to watch it on a giant screen in the mall’s main hall.

    “People didn’t stop clapping. Some had tears in their eyes,” Kaswara al-Khatib, the video’s director, told The Associated Press in a telephone interview.

    The video is expected to air on most of the Middle East’s more than 30 music satellite TV channels this week. Despite fears among the Saudi clergy over the corrupting influence of music videos, the clip had implicit government approval. The credits thank “those who helped make this work a success,” including the Information Ministry.

    “You Only Have God to Count On” uses upbeat music to tell the story of a successful man who had strayed from the path of true Islam. He smokes, flirts with women even though he’s engaged and doesn’t join his colleagues at work in performing the five daily Muslim prayers.

    Things slowly start to go bad: He has a flat tire and problems at work and his fiancee leaves him when she sees him talking to another woman. He then has a serious accident while recklessly driving his motorcycle. After he recovers, the man starts to pray, stops smoking, wins back his fiancee and excels at work.

    Significantly, the man sports a hip goatee and doesn’t grow the big, bushy beard favored by fundamentalist Muslims. He still wears T-shirts and jeans and sticks to his old friends, including a man who favors the much-frowned-upon ponytails.

    “I wanted the youths to understand that it’s not the looks that count. It’s what inside that matters,” al-Khatib said.

    “The video also has this message: Don’t give up and think, ‘I sinned, therefore I’m going to hell,’” the director added. “Think that there’s a God and he is always there to help you.”

    While there’s no lack of production crews, dancers and singers in Lebanon, Egypt and other Arab countries that produce music videos, things are different in Saudi Arabia. The kingdom follows the strictest school of Islam that bans the mixing of the sexes and all forms of entertainment, including music in restaurants, concerts and movie theaters.

    Al-Khatib, 37, who heads an advertising agency, has previously produced music videos, but this is the first that is an all-Saudi work. It was filmed along Jiddah’s boardwalk on the Red Sea, a popular hangout for youths.

    The lyrics of the song, performed by Muhammed al-Haddad, say in part: “If things go bad … if your dreams have been lost … you only have God to count on.”

    Al-Khatib said that for the lead female part, he had to get permission from the parents of Ruwaina al-Jihani before he could cast her in the role of the fiancee.

    “They consulted with the extended family before giving their consent,” said al-Khatib.

    Al-Jihani appeared covered in the traditional black cloak and headcover, with only her face showing. One shot showed her all in white at her engagement.

    Al-Khatib said that while music is controversial in Saudi Arabia, he has heard fatwas (religious edicts) from non-Saudi clerics who say music for a good cause should not be illegal.

    Plus, al-Khatib said he wanted to give Saudi youths an alternative to music videos produced abroad but popular on satellite TV.

    “The problem is not the music. It’s how you utilize it,” said the director.

    “We wanted to talk to them in their own language,” he added. “Instead of saying, ‘Don’t listen to music,’ we’re saying, ‘Listen to music that’s good for you.’”

    Comentado por pisadinho | August 13, 2007, 2:08

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