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Foram os meus dedos que primeiro brincaram lá. As luvas calçadas e muito gel. A intenção era o prazer e não desconforto. A brincadeira anterior havia deixado-o a postos, e ainda vestido do preservativo, quando meu dedo encontrou a próstata em massagem gostosa e constante, o líquido escorreu um pouco, empapando a ponta dele. No entanto, estávamos só começando. Foi com o plug de borracha que me pus a brincar mais forte na área que ele odeia amar tal carícia. Ali, vendo-o de quatro pra mim, abusei do gel no plug e com rápidos movimentos curtos, fui invadindo-o centímetro a centímetro. Massageando diretamente a região anteriormente tocada por meus dedos. E à medida que oferecia menos resistência, enfiava um pouco mais, e mais, e mais, até ter o plug completamente dentro, enfim.
E uma vez preenchido, acomodei-o com a barriga pra cima, pernas juntas e mãos pra cima. O cenho franzido revelava um misto de dor e prazer. Prazer que o punha em riste. Ali, lentamente sentei, ouvindo o seu gemido enquanto me preenchia. Sentei muito devagar, queria senti-lo entrando, sendo dessa vez eu a preenchida por ele. E a cada gemido mais forte eu parava, descendo um pouquinho mais só quando ele relaxava. E uma vez todo dentro, preenchido e preenchendo, simplesmente parei. Nada de movimentos bruscos, rápidos. Era a contração voluntária dela que o massageava, estrangulando-o dentro de mim. Fechava os olhos e contraía, ele gemia, eu relaxava, mas depois repetia. Não lembro quanto tempo ficamos assim. Como um. Num rebolado suave, numa interna massagem constante.
Era visível o seu prazer. Enquanto o meu… Nem se fala. Só eu sabia o que sentia. Sentei na cama e o pus sem preservativo de joelhos diante de mim. Eu queria ver. Vê-lo tocar-se à minha frente, sofregamente, desesperadamente até, enfim, banhar meus pés. Era meu único desejo, a única condição. E ele então trêmulo o fez. Uma expressão de quase dor. Não é o orgasmo, uma pequena morte? O vi morrer diante de mim, morrer para renascer, esvair seu líquido quente aos meus pés. Vi o momento, mas imediatamente após fechei os olhos, só sentindo. Passando um pé no outro melado. Um prazer em líquido e consistência. Meu. Pra mim. Só então o liberei do plug, só então nos beijamos. Só então deixamos a respiração voltar ao normal, com calma, juntos. Definitivamente, o nosso melhor momento até então.
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O que dizer desse texto em B ?
Demais.
Realmente safado e delicado.
“Não é o orgasmo, uma pequena morte? O vi morrer diante de mim, morrer para renascer, esvair seu líquido quente aos meus pés.”
Beijos amore.