Recentemente através do Formspring, um leitor perguntou se era normal a namorada desejar que ele urinasse nela. Sexualmente falando, normal ou anormal só depende do ponto de vista de cada um.
Coincidência ou não, o texto de hoje, de nossa querida Violet fala de uma controversa preferência sexual, o pissing. O fetiche de ver, provar ou banhar-se de urina. Sem mais delongas, paro por aqui, indicando o riquíssimo texto abaixo. E você, o que acha deste fetiche?
Outra vez desejo falar de uma prática que adoro.
Mas não é o erotismo puramente visual e intelectual do smoking-fetish, desta vez escrevo sobre algo muito material e corporal, que em adição à visão envolve outros dois sentidos, o paladar e o tato.
Me refiro ao pissing. Pissing nas duas formas principais nas quais fica diferenciado:
- Urofilia (ou, como fica nomeada no âmbito médico, ondinismo ou urolagnia): flutua desde a excitação mental no ver ou imaginar outra pessoa cumprindo com a sua necessidade líquida, a micturar (fazer pipi) em lugares públicos, a deixar-se urinar sob o olhar alheio ou ao longo do corpo,
- Urofagia: se chama assim o ato de beber a urina do parceiro/da parceira (direitamente da extremidade dos genitais, ou com efeito chafariz, ou trazendo o líquido a partir de um copo).
O pissing é uma prática que dificilmente provoca opiniões à metade. Ou se ama (de maneira quase incondicional) ou desperta reações de repulsão atávicas tão fortes para ser excluída a priori da vida intima. Por quê?
Pissing: tesão ou repulsa?
A paixão imensurável se dá porque a urina é parte do que os genitais do parceiro/da parceira produzem, e porque é uma maneira diferente de entrar na sua intimidade, livre da “indução” da relação sexual que implica a secreção do sêmen ou do líquido vaginal. Beber a urina do parceiro/da parceira não envolve indispensávelmente preliminares, nem de forma categórica uma excitação sexual palpável no momento do ato, nem mesmo um contato físico.
No BDSM os escravos e as escravas gostam do pissing também porque tem uma forte valência simbólica de devoção e humilhação em relação aos seus Senhores/as suas Senhoras. No meu lado residual de escrava nunca encontrei algo de humilhante na recepção da urina de uma hipotética Domme: o tesão que traz esta prática fica tão intensa, que provavelmente não posso ser mesmo objetiva sobre o assunto.
O pissing repugna porque o cheiro (fedor?) da urina fica mal tolerada, porque nos ensinam desde que somos crianças que é uma coisa suja, porque o mijo fica percebido como líquido descartado e que, absolutamente, não tem que ficar readmitido no ciclo vital das pessoas. As opiniões requerem maximo respeito, nesse caso acho todavia que a conexão e o confim entre preferências pessoais e educação transmitida desde mocinhos/as ficam muito nebulosos.
Pissing na história e literatura mundial.
A imaginação de algumas pessoas cultas foi povoada pela fantasia do pissing. Acima da citação mais óbvia, o Marquês De Sade, podemos falar de Guilherme Apollinaire no livro ”Lembranças de um jovem libertino”, publicado no começo do século XX, no qual conta com abundância quase insana de detalhes a excitação do protagonista vendo a sua irmã Elise dedicar-se as suas necessidades fisiológicas. Ou ainda mais a léndaria soprano alemã Wilhelmine Schroeder-Devrient: na sua biografia póstuma, redigida entre os anos 1868 e 1875 (ela morreu em 1860), podemos ler quanto prazer obtinha nos atos de receber e doar os fluidos corporais, tanto dos (e aos) homens que das (e as) mulheres.
O notório Abade Guisbourg, conhecido na história pelo Affaire dos Venenos com o qual queria enganar o rei da França Luiz XIV em favor damarquesa Montespan, considerava a urina da mulher um excelente filtro de amor, como o sangue menstrual. Passando desde as medicinas alternativas a tradicional moderna, o psicologista e sexólogo britânico Henry Havelock Ellis, não suficientemente indulgente contra a homossexualidade masculina, se casou e formou um relacionamento aberto com a escritora lésbica Edith Lees, a qual (e as quais parceiras) se entregava com vontade, também nos seus úmidos deleites.
Pissing, uma experiência pessoal
Duas pequenas observações pessoais, antes de acabar o artigo: no pissing, o banho de urina se chama também ”chuva dourada”. Para mim, tendo muita razão. Sobretudo quando uma copiosa urinada é consequência da penetração – melhor se com um dildo ou os dedos, para ter o maior controle possível sobre a duração do ato – da vagina (ainda melhor se acompanhada pela estimulação da clitóris), ou da reiterada masturbação do pênis. Naquele caso a doação da urina fica tão lisonjeira, que o líquido parece sempre cristalino e suculento, também nas ocasões nas quais cheira mal e tem um colorido estranho.
Segunda anotação, fiquei excitada graças a muitos vídeos de pissing (sobretudo o preview do site Fully Clothed Pissing): o que me excitou mais, todavia, foi um vídeo heterossexual (circunstância que pode aparecer estranha para quem conhece a minha orientação sexual, não para mim, que estou consciente do fato de ficar estimulada visualmente por muitas coisas que levam mais longe do meu lesbianismo) no qual uma mulher de uns 35 anos, vestida de professora contida com paletó grisalho e blusa branca, entra no banho dos homens e faz xixi sobre o soalho das duchas. Depois entra um homem que, aproveitando o feito que ela ainda fica endurvada pela execução da mijada, abre o zíper dos jeans e urina na sua boca. A coisa extraordinaria daquele vídeo, acima da sensual serenidade da mulher em todos os seus atos – urofagia incluída – é o extremo controle que possui o homem em interrumpir a urina cada cinco segundos, para que a boca da mulher não perda nem uma gota do seu fluido corporal.
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Violet vive na devota Italia e tem características fisicas tipicamente etruscas. Oscila eternamente entre amor e vampirismo… mas entretanto escreve.
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tenho 27 anos e namoro um homem de 40 anos. Sou totalmente aberta nas questões do sexo e bem liberal. ele adora inovar e pediu ,durante o sexo oral que eu urinasse em sua boca. Achei bem estranho, mas logo me excitou a ideia e comecei a urinar sem parar. ele ficou maluco bebendo tudo como se estivesse saciando a sede na minha vagina. nossa, foi uma das coisas mais alucinantes que já fiz!
Adorei este site. E gosto muito de chuva dourada. Ja pratiquei e gostaria de fazer ainda mais. Em relação as fezes eu tenho curiosidade de ver uma mulher fazer mais jamais de fazer em mim. Só tenho vontade de olhar mesmo. Tive uma namorada que gostava muito que eu fizesse xixi nela e também de fazer em mim. Certa fez ela me confessou que queria me fazer sexo oral enquanto eu defecava para olhar de perto saindo. Tenho vontade de fazer para uma mulher observar, porém não tive coragem de realizar esta fantasia dela.
Tenho várias fantasias, uma delas é lamber cheirar beijar chupar e fazer todo tipo de carinho em pés femininos, claro, desde que sejam lindos e bem limpinhos. Outra também é ser usado como mictório por mulheres!! Adoraria poder levar um belo banho de xixi e quem sabe até beber um pouco da urina.
Cara, mulher fresca nao faz. Mulher doida faz. Gcas a deus eu so peguei doida, mijei a vontade na cara, na boca, na buceta no cu, tratei que nem pinico mesmo. elas adoravam. tambem bebi muito mijo quentinho direto das bucetas delas.. sou um felizardo. é o melhor tesao do mundo. entrega total !
POxaaaaaaa Queria muito esperimentar, mas as meninas q namorei eu nunka tive coragem de pedir, fico com receio e vejo os site sobre o pissing e fiko loukooo alguem me ajuda como faço p conseguir???????? Abraço a todos
Fico impressionado como são muitos os que não se sentem nem um pouco constrangidos em mijar na frente de uma mulher. E muito pelo contrário. Acho que um bom começo é deixar a porta do banheiro aberta e mijar na região central da privada, no meio da água, para fazer aquele barulho de cachoeira e chamar atenção, já que não tem vergonha de mijar na frente da namorada. Eu gosto de ver rapazes mijarem, na faixa de 20 a 30 anos. Mas é só por curiosidade, fazer pesquisas como por exemplo a concentração de uréia, sentir o cheiro e perceber a relação com a concentração de uréia, perguntar pra ele quanto tempo ficou sem mijar, olhar a grossura do pênis, que pode ser o reflexo da intensidade do quanto ele estava apertado, sentir se estava suado, se isso tem alguma relação… Tudo isso na privada ou em algum recipiente que tenha um pouco de água na mesma medida da privada. Caso contrário, acho que não atingiria os mesmos efeitos para pesquisa. Não consigo mijar na frente de ninguém. Se um dia conseguir, será na frente de homem, jamais de mulher. Se o que relatei servir de alguma inspiração… Claro que algumas garotas podem achar isso nojento. Aí seria melhor não insistir.
Muito bem redigido seu texto minha cara Violet. Também sofro com minha tesão por urina! Ver uma mulher se deliciando ao urinar sobre mim é algo que me entorpece os sentimentos. Adoraria tambem retribuir com um belo banho na parceira, mas confesso ser difícil abrir isso para a parceira. Acho mais simples em relaçao com profissionais do sexo, mas claro, não tem a mesma intensidade da conquista e da reciprocidadeBeijos a todas as felizes companheiras de fetiche!
veio uma agradável preferência para receber o jeito, em vez de sua doação ;)
não sei, querida Honey… acho que tudo o assunto pode ficar resumido na pergunta: melhor a lamentação pelo não revelado, ou o arrependimento pelo revelado e (eventualmente) não devolvido?
Que texto lindo!!!Simplesmente adorei!
Agora, eu gostaria muito da opinião de vocês diante da minha inibição…
Acabei de ver um video de pissing, um homem urinando nos seios de uma mulher após ejacular…que lindo…sempre me masturbo vendo-os…
É uma pena eu ainda não ter tido coragem de realizar todos os meus desejos sobre urina, que só quem tem pode compreender não é mesmo..?? namorei um rapaz durante 4 anos e um dia mostrei a ele um video de um homem urinando na vagina de sua parceira, durante o ato sexual. Ele disse que era interessante mas depois nem se lembrou disso na hr do sexo.
Agora estou numa relação com outro homem, mais maduro que o anterior e muito mais “sexual” também. Esse tem suas taras, seus desejos, tudo bem mais intenso. Eu gostaria muuuuuito de achar um jeito de contar meu fetiche a ele…o problema é que todos que ele me contou não são tão “fortes” como o que eu tenho por urina…então acabo ficando com muito receio da reação dele. Sou uma pessoa muito aberta com o sexo, jamais tive problemas com orgasmos, engolir esperma na hora do sexo e por ai vai…mas isso…a minha maior paixão eu simplesmente estou com medo de revelar.
O que vocês me sugerem amigos?? Há anos eu venho me deliciando com videos de homens urinando, excitados ou não. Urinando em mulheres, na rua, ou em casa….é um verdadeiro deleite. Eu adoraria que urinassem em minha vagina ou seios na hora do ato….seria a maior experiência sexual que eu teria!!
Agradeço desde já meus queridos!!
Oi, Honey. Minha sugestão é que vc abra o jogo e seja sincera quanto aos seus desejos e fetiches. Diga o que quer fazer. Assim vc terá muito mais prazer e não ficará frustrada.
Já tive namoradas ou mesmo apenas casos, e eu sempre disse minhas preferências. Algumas rejeitaram e outras aceitaram. Tive uma namorada que adorou que eu mijasse nela, inclusive bebeu, e mesmo depois de terminarmos o namoro, ela adotou essa prática com seus novos relacionamentos.
É só uma questão de comunicação. Quem sabe o seu namorado ou a pessoa com quem vc sai, gosta disso, mas não diz por receio, igual a vc?
Beijos, querida, e boa sorte.
sua ligação não funciona, Madame Juju…
Adorei o post!!! Meu namorado adora ver-me a urinar. Quando o convido para ir ver, fica com uma tesão maluca. Enquanto eu mijo, gosta de passar a mão e quando termino faz-me um sexo oral de enlouquecer… Muito bom mesmo
muita razao, Marcelo, muita de verdade! :)
Foi uma das melhores experiências sexuais que tive na vida.
Recebendo quanto oferecendo é sente-se um prazer indescritível.
Mas como postado anteriormente não pode tornar-se um habito.
Ótimo para brindar momentos especiais!!!
Minha primeira experiência com fezes femininas foi quando estava com uns seis anos de idade. Com dezessete anos bebia a urina da mulher com quem convivia. Apenas com trinta anos foi que vim a comer as fezes de minha então esposa. Além dela apenas comi as fezes de uma namorada que dizia que não sabia quem era mais louco, se eu por comer ou ela por sentir prazer em defecar em minha boca. Terminamos, infelizmente. Gostaria muito de encontrar um mulher que sentisse prazer em satisfazer suas necessidades em minha boca; que mandasse eu beber sua urina e a comer suas fezes. [comentário editado por não conformidade com regras do AVS - características de classificados]
mudando um pouco do assunto, sou viciado em sexo oral na minha femea, so de pensar que ela vai no banheiro eu ja quero fazer um cunilingua nela antes, se ela se levanta cunilingua, se ela se agacha cunilingua, chupei tanto, que ela brigou comigo varias vezes.uma vez fomos em um jantar com um casal de amigos e ela se levantou para ir ao banheiro em uma certo momento, fiquei louco de tesão so de pensar nela tirando a calcinha. ai fui atras, ela me pergunta: onde você vai? -vou limpar sua vagina!! – ta louco aqui você não entra no banheiro!-vou entrar de qualquer jeito! entrei mesmo!!!. Depois que ela deu sua mijada, lavei avagina dela com minha lingua como nunca tinha lavado antes.foi a melhor lavada de vagina que tinha aplicado nela.
Já faz muito tempo em que eu me interesso por essa prática, aliás adoro beber deste nectar feminino. Mas poucas mulheres que me concedam a essa prática, e ainda estou na busca.
Cara Violet, primeiramente, quero dizer que adorei seu post, inclusive, já que se referiu ao FCP (Fully Clothed Pissing), talvez conheça uma das grandes divas da internet nesse assunto, a Pandora (glimpse-it.com) e sua legião de lésbicas mijonas. Os vídeos dessa mulher são os mais sexys que eu já ví.
Eu assisto aos videos dela e desejo entrar nas cenas a todo instante. O fato é que sou louco por urofilia e urofagia desde quando era garoto. Hoje, com meus 36 anos, posso dizer que já consegui chegar bem perto do meu sonho erótico mais desejado, que é ser banhado por duas mulheres e também tomar seu champagne rolando um sexo gostoso durante horas.
Eu e minha esposa somos liberais a este ponto de ter uma outra garota conosco pra nos satisfazer. O único porém é não por em risco a nossa saúde.
Queremos nos divertir, mas com responsabilidade. Pra que isso aconteça, é preciso saber escolher a pessoa certa, e depois de alguns exames, se estiver tudo ok, partimos pra festa.
Mas, essa terceira pessoa é que é difícil de achar, num país como o Brasil, em que as próprias profissionais do sexo raramente sabem o que é “chuva dourada”.
Poxa, se uma prostituta não sabe o que significa isso, o que esperar das demais garotas?
Bom, foi pensando nisso que resolvi criar um blog específico sobre o assunto e quem sabe, aos poucos, conhecermos mais pessoas e dentre elas alguma garota afim de se aventurar conosco, porque sinceramente, o prazer que uma cena dessas que vc citou proporciona é indescritível. Isso porque fazer essa troca de fluídos com uma terceira pessoa estranha limita um pouco as opções e ainda não fizemos (eu e minha esposa) nem metade do que pretendemos.
Queremos ajudar a difundir no Brasil essa prática, tentar tirar o preconceito e essa aversão instantânea que as pessoas tem ao falar de xixi.
Se tiver algum artigo que possa me ajudar nessa divulgação, agradeço muito.
Sobre o pissing… Quando morava no Rio, conheci uma linda canadense numa loucura de balada qualquer. Nos apegamos de um jeito muito bom. Tesão intelectual acompanhado de um sexo fantástico! Incrível que eu havia passado 2 anos no Canadá e não tinha conhecido uma pérola assim!
Pois bem, numa de nossas primeiras transas, rolou algo que me alucinou! Eu fazia oral com ajudinha de dedos e de repente ela me pede para parar com a boca e continuar somente com os dedos e então começa a jorrar um líquido clarinho, quente, liiiiinndddo! Ela enlouqueceu e eu junto! Depois perguntei: Foi xixi?! Ela falou que não, que era ejaculação.
Putz, a tal ejaculação feminina! E rolaram outras vezes e realmente, não era xixi. Mas se fosse, seria muito bem vindo naquele contexto.
Apaixonei com a “masculinidade” do gozo dela! E haja saudade…
Simplesmente fantástico ! Não é por acaso que AVS está na minha lista de favoritos ! Vou tentar introduzir na lista de favoritos da minha esposa ! Rs…. Ela está precisando rever alguns conceitos .
Violet, adorei a matéria.. até mesmo pq eu estav correndo atrás do livro do Apollinaire que fazia tempo que não lia. Pissing pra mim é uma coisa exicitante, Scat tb é pois vou contar um caso. Quando fazíamos segundo grau na fronteira com o Uruguay tinha uma menina chamada Andressa que era perfeitamente bela à caso de beleza grega. Todos nós dizíamos que comeríamos a merda daquela mulher se ela assim o quisesse, e acredito que muitas meninas também a desejavam. Então se vc desejar o mijo e a bosta da pessoa que vc morre de tesão, tudo bem. Comemos coisas piores que compramos no mercado mesmo. Abraço!
Jefferson, o termo fetiche fica practicamente em todos os idiomas neolatinos e germânicos e… tem sua origem no português feitiços, com o qual os colonizadores do atual Brazil apontavam as tatuagens e os aneles dos indígenas… nada de sexual, então :)
e sobre o travestismo dediquei meu primeiro artigo… aqui na AVS a democracia é a rainha absoluta ;)
Pombas! Esse site é bom mesmo…
Só precisava falar um pouco mais sobre as travestis, eu sempre fui fascinado por essas deusas. Aqui a coisa não sai do eixo gay-lésbica-bissexual…
E as travestis?…
Mel Voguel, Ana Paula Samadhi, Anita Costa, Lavínia Moraes…
Eu sei que todo mundo puxa a sardinha para o seu lado, mas vamos ser democráticos.
Sobre o pissing (ou mijadinha — chega de tantos termos in english também, não?…), acho que não tem nada de fetiche. O fetiche — ou perversão — é uma invenção do raciocínio freudiano.
Freud foi um grande “médico de cabeças”, mas as suas teorias de natureza sexual foram corrigidas ao longo do tempo. O austríaco considerava que o sexo tinha por finalidade a reprodução. Segundo ele, o que não fosse para ter filhos seria um fetiche, uma perversão, um desvio sexual…
Freud considerava que da simples masturbação, passando pelo sexo anal até a homossexualidade eram desvios. As organizações mais conceituadas da época julgaram por bem adotar os conceitos freudianos e “tratar” quem não pensava exclusivamente na relação pênis-vagina.
Um tempo depois, os fetiches caíram na boca popular, até hoje vir parar nessa conversa.
Atualmente, os conselhos sérios de Biologia e Psicologia rejeitam os conceitos de desvios sexuais. O sexo não é apenas para ter filhos. Chega a ser cômico imaginar que alguém só pode transar para ter filhos e se colocar o pênis fora da vagina é doente…
Imagine: segundo Freud, você seria doente se fizer sexo anal, sexo oral, se masturbar, espanhola. Até um bundalêlê a dois era doença…
O austríaco pisou na bola feíssimo…
Ao que me consta, a única “ciência” que não se corrigiu até hoje é a de países africanos, árabes e asiáticos de forte influência religiosa (Islamismo) e ideológica (Comunismo). Eles persistem que se você não colocar o pênis na vagina é para tratamento… se alguém colocar o pênis em você é para tratamento duplo… nesses países eles prendem e até matam os gays em praça pública…
Uma vez eu vi um documentário mostrando que nesses cantões existe disk-denúncia para gays. Quem denunciar um gay para a polícia ganhava uma recompensa…
(inacreditável…)
(quem se daria bem nesses países bananeiros é a aquela psicologuêta Rozângela Justino… coisa feia…)
Um erro conceitual parecido acontece com as travestis. O nome “travesti” significa alguém que usa roupas do sexo oposto. No caso do homem, aquele que usa roupa de mulher. Mas existe roupa de homem e roupa de mulher?…
Se você estudar os 150 mil anos da humanidade, você verá que não existe nenhum fetiche, fantasia sexual, identidade sexual, orientação sexual nem nada destes nomes. Puras invenções de cem, duzentos anos prá cá…
Se tem gente que gosta de dar uma mijadinha, qual o problema? Não faz mal, o gosto é da pessoa. Um pouquinho de safadeza não faz mal a ninguém…
Assim, falar em fetiches, perversões e até o termo travestis é um desserviço.
Se nós somos as cabeças mais esclarecidas sobre sexualidade, deveríamos começar a consertar as rebarbas da história.
de verdade não tem como comparar, mas q é esquisito é, e nem é pelo fato de ser o fetiche do outro, até pq tenho os meus e sei bem q ninguém entenderia… kkk
É, lindo, lindo post, sincero e comprometedor… Os comentários são deliciosos.
Eu sou um iniciado no assunto, entusiasta, e… sim, tive muito poucas chances de ousar sentir esse prazer.
Eu anseio por prová-lo novamente, dessa vez cingido de vermelho!
@Sentimental,
já tive a oportunidade de conhecer um coprofagista. Para ele, um homem extremamente bem sucedido na vida profissional, mas um masoquista por natureza, a fantasia da coprofagia seria (ele me confessou jamais ter vivenciado realmente apesar de desejar profundamente) um ato de humilhação extrema.
Tenho que concordar com a Violet, é incomparável a coprofagia ao pissing…
O mais curioso é que este homem, era extremamente instruído, trabalhava no topo da hieraquia na área da saúde, ou seja, seu prazer, sua fantasia era completamente contraditória à razão. Ele não precisava que ninguém falasse pra ele dos riscos insalubres da sua fantasia.
Fetiche é isso, sempre o do outro é que é estranho…
Saudavelmente falando, até o sexo oral é suscetível à insalubridades, mas… Quem se importa com algo que dá tanto prazer, não é mesmo? Cada um com o seu cada um…
Sentimental, a coprofagia nao é comparavel a urofagia em alguns sentidos, como o simbolico (o que produzem os genitais nao tem a mesma consideraçao do que produze o cu) e o higiênico.
de coisas estranhas abundam… o sexo como a vida. nesse caso os dois se espelham mutuamente :)
eu entendo a vontade de cada um, mas que existem coisas estranhas ah existem… um cara colocou um prato no chão e pediu pra minha amiga defecar, diz se isso não é esquisito?
se fosse comigo eu nem pegava minhas roupas, saía pelada do quarto.
Uau! Golden shower é uma coisa linda! Para mim é um momento que denota grande intimidade, muito representativo da ligação entre as partes envolvidas e que marca muito bem a posição de um e de outro nos jogos D/s. Adorei o post.
Minha relação com o Pissing é bem unilateral. Talvez por minha tendência Dominante na cama, meu prazer está em ser a fonte, sempre! Não tenho nenhum prazer sequer em imaginar receber a urina dentro de mim, ou beber, ou aparar com as mão… Nada!
Já me relacionei com vários tipos de fetichistas que tem prazer com esta prática e existem muitas variações. Como a Erotic Views bem c colocou no texto é um prazer bastante sinestésico, que mexe com vários sentidos ao mesmo tempo.
Um dos homens com quem me relacionei não se considerava fetichista, sexualmente era até bem normal, mas tinha prazer em me ver urinando, ouvir o barulho e algumas vezes até aparar com as mãos.
Um outro, sentia-se extremamente recompensado quando após uma sessão, eu o banhava de urina, da cabeça ao corpo. A famosa Golden Shower. Segundo ele, havia uma conotação quase sagrada, depois daquele banho ele se sentia revigorado.
Comigo, já beberam direto da fonte, ajoelhados diante de mim, tanto quanto oferecido em copo. Pra mim, enquanto Dominante, há neste gesto um ato de devoção e entrega total que me excita.
No entanto, não é uma prática frequente em minha rotina sexual. Sou consciente. A urina em altas doses não é algo saudável. E quem ama seus brinquedos trata-os com cuidado e carinho para melhor utilizá-los por mais tempo. Não sou burra… Sem contar que, se virar uma rotina, deixa de ser especial, portanto, fazer uso da prática comedidamente é um trunfo. Uma carta na manga.
Bom, eu adoro Golden Shower, toca sempre no meu tocador de mp3 e já foi até trilha do Podsecret!
:-)
http://www.goldenshower.gs/home.html
Eu não amo nem tenho nojo não. Pra mim, é meio indiferente.