Recentemente um amigo mais novo, acredito que cheio de más intenções, perguntou por que nunca escrevi sobre eu, uma mulher experiente, com rapazes mais novos. E respondi que é simples, não costumo sair com gente mais nova que eu. Mesmo as meninas, regulavam na minha idade.
Resolvi então dar uma dura no Tico e Teco e lembrei que há pouco mais de um ano teve o M., onze anos mais novo. Nossa relação começou de maneira insólita, em uma comunidade do ORKUT, vi a foto de um menino dando língua e quis saber mais, lendo o perfil havia apenas uma expressão no about me: “O Esquisito!”. Não tive como deixar de comentar em seu scrapbook, que esquisitos somos todos nós. E após este primeiro contato trocamos msn e ficamos amiguinhos.
Em uma primeira conversa com ele pude perceber que ele tinha uma enorme necessidade de agradar. Em uma segunda conversa descobri que M. era masoquista, a princípio cheguei a pensar que era submisso também, mas posteriormente vi que o prazer dele era totalmente voltado para a dor e a humilhação e não para a servidão. “Sim Senhora!”, “Não, Senhora!” definitivamente não era a dele.
Eu me preocupava com ele, que tinha um senso de auto-destruição absurdo, e por alguns meses tentei mostrar que era possível canalizar tal necessidade para o prazer. M. passou a me chamar de Tia B. e ser meu chaveirinho. Estava comigo por toda a parte, em todas as festas, casa de amigos, apresentei ele a um monte de Dominadoras, algumas quiseram encoleirá-lo, brincamos algumas muitas vezes como Dominadora e escravo, mas… Não sei bem porque, apesar de não negar a atração sexual que havia entre nós, eu tinha uma certa reserva em deixar que acontecesse.
Havia entre nós um misto de amor fraterno e tensão sexual, que era devidamente controlado por mim. Um dia, após uma festa que terminou mais cedo do que o habitual (as festas fetichistas que eu freqüentava costumavam terminar quase amanhecendo o dia) eu ele e uma amiga resolvemos passar a noite em um hotel. Estávamos cansados demais, para ir para outro bar e só queríamos mesmo uma cama para dormir. Bem… Pelo menos essa era a nossa primeira intenção.
No quarto, enquanto a menina foi tomar banho, ficamos eu e ele conversando, e percebi que estava excitado. Continuei fingindo não perceber nada e logo depois da nossa amiga, ele foi tomar banho. Quando ficamos sozinhas, comentei que ele estava empolgado e ela sorriu, dizendo que já tinha percebido. Disse a ela então que ia colocar um pouco de tempero naquela história e fui tomar banho junto com ele. Quando abri a porta, vi que se masturbava. E então, olhando em seus olhos eu disse:
- Quem mandou se masturbar? Essa noite você é nosso!
Já no banho trocamos algumas carícias, mas foi na cama, quando nos juntamos à nossa amiga que pegamos fogo. Deitamos ele na cama e enquanto ela começou a mamar o pau dele com maestria, eu sentava em sua face e fodia sua boca com a minha xota. Amo me esfregar em um rosto com barba por fazer, enquanto nossa amiga é simplesmente tarada por chupar um pau grande e duro e nesse ponto, o dele era perfeito. M. tem um dos maiores paus e também um dos mais lindos que já vi.
Enquanto ela chupava cheia de tesão, eu sentava no rosto dele, asfixiando-o de brincadeirinha. Criamos um código, quando ele estivesse a ponto de perder os sentidos sem ar, bateria em minha perna e eu levantaria. O que não precisou. Como Dominadora sou muito consciente, e mesmo que o submetido não tenha juízo, eu tenho por dois.
Gozei pelo menos três vezes em sua boca, sentei em seu peito, estapeei sua face, tampei o nariz dele enquanto o obrigava a mamar meus peitos…
Enquanto isso, a outra menina brincava com o pau dele como se fosse um consolo. Ela colocou a camisinha e metia o pau só na entradinha da xota, e quando ele pensava que ela ia sentar e engolir o pau dele com a buceta, ela gargalhava.
Ficamos horas nessa brincadeira, usando-o como desejamos. Pisamos, mordemos, chupamos aquele pau, como se fosse nosso.
Em determinado momento, percebi que estávamos no ápice do tesão. Ele olhou pra mim e perguntou baixinho em meu ouvido: “Posso te comer B.? Estou morrendo de tesão aqui…” E foi então que eu tive uma idéia…
- Eu não! Você vai fodê-la, e isso se ela deixar – e olhando pra menina perguntei – Quer? Ela assentiu com a cabeça, no fundo estava louca por aquilo, mas não sei exatamente porque, ela parecia guardar alguma reserva achando que entre eu e ele havia alguma coisa a mais. Bobinha… Não mais que entre ele e ela.
Ele foi com a boca beijando-a dos pés a xota, e de lá subiu para os seios e boca. De perto eu observava bem voyeur. E enquanto eles se deliciavam. Levantei para pegar uma luva de látex e um tubo de KY gel em minha bolsa, sempre tenho a mão.
Aproximei-me do ouvido dele e disse bem carinhosa: “Quero te comer enquanto você a come, deixa?” e ele me olhou meio tímido e só assentiu com a cabeça. Falei tão baixinho que só ele ouviu. Ela gemia tão alto, completamente preenchida pelo pau dele e envolvida pelo ritmo da trepada, que nada percebia ou fingia não perceber.
E então, enquanto ele fodia a menina cheio de tesão e vontade, eu meti um dedo melado de gel em seu cu e senti que a musculatura anal estrangulava meu dedo. Sentindo a leve resistência fiquei com mais tesão e resolvi introduzir dois dedos. Percebi que havia incômodo, mas ele estava cheio de tesão também. Meti então três dedos e dessa vez com movimentos de vai e vem comecei a massagear a próstata.
Ele então não agüentou e gozou quase que imediatamente, alto, ouvi um: “Ahhhhhhhhh” enquanto ele enterrava seu pau bem fundo na nossa amiga. Que junto com ele também gemeu gostoso. E eu ali feliz, me sentindo poderosa em ter, de certa forma, orquestrado todo aquele prazer.
Aos poucos os corpos foram acalmando, ele largou o corpo sobre ela, ainda com o pau dentro. Eu sentia a musculatura dele pulsar em meus dedos, aos poucos fui tirando, logo arranquei a luva e joguei longe. Ele saiu de dentro dela, a camisinha cheia de porra.
Ainda ofegante, ele se estirou na cama, ela olhou pra mim safada e tirou a camisinha do pau dele lambendo tudo, não desperdiçou uma gota do esperma que melava o pau.
E ele ali, deitado, com os olhos fechados, talvez não acreditando no prazer que havia sentido. Eu então encostei meu rosto ao peito dele e ela também. Era um momento terno, gostoso, satisfeito. Ele acariciou nossos cabelos e comentou:
- Poxa… Tia B., nessa só você não gozou né?! E eu pensei “que bobinho, pensa que gozo só se atinge metendo…” E então, metendo a mão entre as minhas pernas, lambuzei meus dedos do meu caldo e meti em sua boca.
- Quem disse que não?! E ele como um bebê adormeceu chupando meus dedos melados de mim. Enquanto eu e ela adormecemos exaustas e felizes nos seus braços.







Meninas que coisa de louco heimmmmmm , é de delirar mesmo !!!!!!!!
Que história mais tesante.
100% de pauderecência enquanto lia.
Safada demais você.
É interessante isso, eu não acreditava ser possível até acontecer comigo… Pode ter certeza, um dia vc consegue. Beijos.
Eu não entendia como alguém conseguia gozar apenas vendo… alguem trepar ou vendo alguem gozar…
Até conhecer a S.
Ela gozou tão lindamente quando me viu gozar…
Juro que um dia eu consigo.
Beijos B.!