oi B!
Adorei o que vc me falou lá … tudo amais pura verdade!
Hahahahaha … sua boca é muito gulosa! Ainda quer mais e mais … Mas ela tá certíssima!
bjs!
Realmente concordo com ardosia, você escreve muito bem. Apesar de ser apaixonado pela arte do sexo, não consigo a profundidade que você consegue, nem chego à metade. Vou tentar voltar mais por aqui pra ler seus devaneios.
Abraços,
Philippe Franklin
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
oi B!
Adorei o que vc me falou lá … tudo amais pura verdade!
Hahahahaha … sua boca é muito gulosa! Ainda quer mais e mais … Mas ela tá certíssima!
bjs!
Quanta responsabilidade tens em sua boca!!!
Diante de tanto e de pouca voracidade, como retocar este defeito, tornando-o uma oportunidade?
Adorei o blog. Você escreve muito bem.
Uau! Com essa boca, pode deixar quantos beijos desejar!
Oi B,
Realmente concordo com ardosia, você escreve muito bem. Apesar de ser apaixonado pela arte do sexo, não consigo a profundidade que você consegue, nem chego à metade. Vou tentar voltar mais por aqui pra ler seus devaneios.
Abraços,
Philippe Franklin
Pois é. Escreve bastante bem.
Pisadinho, eu ainda não comentei, mas é muito bom te ter por aqui tb. Beijos. B.
Olá, B! adorei o poeminha, fala pouco mas diz tudo. Inteligente! Beijos.
Oi, B.
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
Oi, B.
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
Oi, B.
Diz à tua boca que… bah… não diz nada! Encosta ela na minha e deixa que ela descubra sozinha; E se ela um dia ousar contar o que sentiu, deixa ela falar… nessa altura, nós já estaremos longe, fodendo muito, tanto que nem a ouviremos.
Rsss… algo deu errado aqui! Era só uma vez, juro! Você quer tri?!!!
Anônimo, um é pouco, dois é bom e quando o assunto é beijo, tres nunca é demais!!!
Adorei!!
Conheço “alguém” que tem que ler esse poema já!!!!
Rsrsrsrsrsrs….
Belíssimo!