“Nasci um estuprador”, disse Josef Fritzl, aquele pai estuprador e sádico que manteve a filha em cárcere privado por 24 anos na Áustria. Durante a avaliação psiquiatrica ele chegou a assumir que sempre percebeu que tinha uma veia para a maldade e se surpreende por ter conseguido se controlar por tanto tempo.
Segundo a psiquiatra, ele possui um distúrbio de personalidade, é mentalmente doente e encontrou naquela situação que viveu com a filha, uma maneira de equilibrar o lado normal (a família da casa de cima) e um lado mau (a família do porão). E seria capaz de conviver perfeitamente com isso muitos anos mais.
Gente, que doido isso, hein? Eis um sádico real, pessoas deste tipo, ignoram que o prazer no sexo deve existir para ambas as partes. Consensualidade é um palavra que não existe no vocabulário de um ser assim. Definitivamente o cara é doido de pedra e segundo a psiquiatra forense, se voltar ao convívio social, volta a fazer tudo igual. Vale ler a reportagem na BBC Brasil.







Não conheço nada mais fascinante que o ser humano, para o bem e para o mal ele sempre é capaz de nos surpreender. Esse caso é mesmo muito chocante, podemos ver em carne e osso o MAL que supera em muito a ficção seja de obras literárias seja de filmes e isso de uma certa forma assusta porque temos a certeza que existem sim pessoas capazes de tanta crueldade!
Vendo isso fico imaginando o horor do nazismo, porque pela primeira vez na história temos o mal institucionalizado, o mal sob a chancela do Estado, legalizado, e vimos no que deu, todos os delitos e perversões eram permitidos, nada era monstruoso, ou seja o terror generalizado e banalizado. A esperança é que a sociedade tenha aprendido algo e não repita ou deixe que se repita isso.
Beijos
Ah, Bob… Eu também sou uma apaixonada pelo comportamento humano, ainda assim, sempre me surpreendo…
Talvez, por gostar de estudar as pessoas, aprender quais são os nossos limites, não me surpreenda tanto com esse fato, não me choque. Só me entristeça de ver que algumas pessoas realmente chegam perto do limite possível da maldade (no meu conceito pessoal de maldade) que se possa ser cometido.