Não tenho e nem nunca tive vergonha de dizer que sou ignorante neste ou naquele assunto. Com música isso sempre me acontece. Sou extremamente atenta e perfeccionista para determinadas coisas, enquanto outras me passam completamente despercebidas. Quando se trata de música, sou capaz de passar anos e anos cantarolando músicas de quem sequer sei o nome. E daí um dia uma pessoa vem e me pergunta: “Conhece o som de fulano de tal?” e eu na maior displicência digo que nunca ouvi falar, quando na verdade, só nunca dei nome aos bois. Com o já falecido Jeff Buckley – 1966/1997 – foi assim. Eu conhecia e gostava de ouvi-lo, só não sabia quem era.
Trecho da matéria da Revista Blitz
Foi na trilha de Virgínia Berlim com Opened Once que o moço passou a ter nome pra mim, mas já tinha ouvido as músicas dele tantas vezes sem saber em trilhas de filmes e seriados de TV, que parece até brincadeira eu não saber nada dele. Os fãs de O.C. – a série – já se encantaram com a belíssima Halleluja, composição de Leonard Cohen na voz de Jeff Buckley, como trilha sonora de um último episódio da temporada. Bem lacrimogênico, por sinal. Lembro que no dia que ouvi chorei. Esta mesma música esteve também no seriado Without a Trace – Desaparecidos – naquele episódio onde uma cara seqüestra um bando de gente em represália à morte da esposa no 11 de setembro. E mais em um bando de filmes e outras séries. Até em Shrek ela toca. Só recentemente eu fiquei sabendo que é dele também a música New Year’s Prayer, abertura do seriado The Dead Zone – O Vidente – que é arrepiante e também Last Goodbye, na trilha do filme Vanilla Sky, com Tom Cruise e Penelope Cruz. E se ficar aqui enumerando quantas vezes já ouvi as músicas dele sem perceber, fico horas aqui. Recentemente me dei ao trabalho de me cadastrar neste site, só pra poder ficar escutando as músicas on line enquanto trabalho. Segue abaixo alguns links para quem quiser saber mais sobre este puta cantor.
E como eu amo cinema de animação Halleluja em Shrek
B. sua opinião é muito importante para mim.
Como você mesma disse é uma forma de se expor não se expondo.
E essa familiaridade nos aproxima… Muito obrigada pelo incentivo.
Música é minha paixão, mas certos detalhes parecem que se escondem…
O bom é que temos o auxílio da internet a nossa disposição para buscar a informação que nos falta.
Beijos querida!
Putz, legal, já estou no Emule. Já ouvi Halleluja ‘trocentas vezes, mas não sabia quem cantava.
bjs
B.
Já faz algum tempo que leio suas palavras, mas o título do post deu o pontapé para fazer este comentário, o primeiro.
Cara! ela além de ser fantástica com as palavras mais quentes, escuta e escreve sobre o Jeff Buckley… pode parecer comentário de fã do Jeff que trata de elogiar quem gosta também, e é isso.
Como se todo mundo tivesse bolas amarelas, e você apenas uma vermelha, aí aparece alguém com uma bola vermelha também, e mesmo que não exista mais afinidades, um sorriso para quem está com aquela bola vermelha, igual a que você tanto gosta, se torna inevitável.
Eu gosto da música Forget Her… e do “I love you” da música So Real. Fora as outras, todas especiais.
Beijo na alma!
E ah! desculpa se errei a cor da bola!
pô, tá vendo, o livro serve pra alguma coisa.
:>)
Alan a bola é vermelha sim, é que fica escondida sob a roupa… risos. Beijos!