O tema incesto volta à roda, desta vez sob o ponto de vista da nossa nova colunista, Nádia. Que dá sua opinião fazendo um apanhado geral sobre as questões psicológicas, culturais, mas sobretudo sociais que envolvem o tema em questão. Das lendas e mitos que envolvem o assunto, ao preconceito social vigente. Independente de concordar ou discordar, o texto traz uma nova visão (eu e o Daniel também já falamos do assunto) e, principalmente, nos leva à reflexão… Toda forma de amor vale à pena?!
O mito do boto cor de rosa
O mito diz que o boto é encantado e nas primeiras horas da noite se transforma em gente. Seduz as jovens e as leva para passear e elas sempre voltam grávidas, razão pela qual “o boto” é tido como pai das crianças com paternidade desconhecida. Mas a verdade é que o mito do boto serve para encobrir os responsáveis por muitas das gestações entre garotas jovens que ocorrem na região da Amazônia. Grande parte dos “filhos de boto” é fruto de incesto.
Mas… O que é incesto?
Incesto é a relação sexual entre parentes próximos. Alguns consideram incesto somente relações entre pessoas que sejam parentes consangüíneos, ou seja, pais, filhos e irmãos. Outras pessoas consideram sendo incesto ainda, relações entre parentes por afinidade como enteados, filhos adotivos, irmãos de criação, tios e sobrinhos.
O incesto é algo repudiado pela grande maioria das pessoas, mas no Brasil ele não é punido criminalmente desde que realizado entre maiores de idade capazes de exercer os seus direitos, sem coação ou fraude. Apesar disso, o casamento civil entre membros da mesma família é proibido. A exceção fica por conta da união entre tios com sobrinhos, e os filhos de uma relação incestuosa tem os mesmo direitos de qualquer cidadão brasileiro.
Eu nunca conheci em minha vida pessoas que tenham tido relações incestuosas. Alguns clientes já comentaram algo a respeito, (não posso entrar em detalhes porque seria antiético), mas isso me fez pesquisar mais sobre o tema, até porque não fiquei chocada com as histórias, ao contrário, me surpreendi com minha reação, achando algumas histórias extremamente fantasiosas e outras naturais.
Cada um com o seu cada um
Em matéria de sexo a única coisa que me deixa chocada e revoltada é a pedofilia. Do restante aceito com naturalidade mesmo coisas que eu nunca tenha praticado, porque acredito que cada pessoa em um contexto saudável tem poder de decidir o que é melhor pra si, e não me sinto no direito de repudiar ou julgar.
O incesto e a pedofilia podem ser confundidos por algumas pessoas, embora em determinadas situações estejam ligados. A pedofilia quando praticada entre pessoas da mesma família, também é incesto. Mas estou falando aqui sobre relações entre pessoas adultas e onde os dois estão nisso por vontade própria.
O incesto como tradição?
Em muitos lugares do mundo o incesto é “aceito e permitido”, por exemplo, em alguns vilarejos ribeirinhos da Amazônia, no Brasil. Lá é costume o pai iniciar sexualmente suas filhas menores. A prática é surpreendentemente aceita por aquelas comunidades. A prática do incesto com filhas é tida como uma “tradição” entre eles. Eles costumam dizer que: “quem planta a bananeira tem direito a comer o primeiro fruto”. Entre os ribeirinhos há quem não concorde com isso, mas não consegue reagir, pois respeita a tradição e a cultura do lugar. Quem somos nós para julgar?
Segundo José Raimundo Lippi, professor da USP e pesquisador, no início da humanidade como existiam poucas pessoas e o instinto dizia aos homens que eles vieram ao mundo para se multiplicar, a relação sexual era permitida para todas as pessoas, inclusive ocorria entre pessoas do mesmo sexo. Até porque não se sabia que da relação entre homem e mulher nasciam os filhos. Acreditava-se que a mulher era a “dona” do filho, que produzia a criança de uma forma mágica, religiosa.
Com o aumento da população, descobriu-se que o homem também participava da concepção do filho e com isso foram formando os casais e as famílias e partir de então começou o tabu da homossexualidade e também do incesto, ainda mais por que perceberam que os filhos nascidos das relações entre familiares muitas vezes tinham “defeitos”, devido à genética.
Do começo ao fim
Um filme lançado em novembro do ano passado retrata além do incesto, uma relação homossexual. O filme foi muito criticado pelos moralistas de plantão. “Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerância.”
As convenções sociais
Nós como parte da sociedade fomos criados com regras de conduta e moral e muitas vezes não conseguimos aceitar algumas diferenças, principalmente no que diz respeito às relações sexuais. O famoso preconceito que todo mundo tem pouco ou muito, mas ninguém gosta de admitir. Quando se sente na pele a rejeição que o preconceito traz, a pessoa passa a respeitar e entender mais sobre outros aspectos.
Quando eu comecei a me exibir na webcam fazendo disso uma forma de ganhar dinheiro senti que mesmo alguns daqueles que usam o serviço são preconceituosos. Não posso mostrar meu rosto, nem revelar minha identidade para não ser apontada nas ruas como a “vagabunda que não ao invés de arrumar um emprego descente virou puta virtual”. Esse pré julgamento é dolorido, irritante, é péssimo. Mas foi bom para que eu entendesse um pouco mais, o que passam casais do mesmo sexo, por exemplo. E hoje entendo que nada mais é que uma forma de amor. E na verdade não fazem mal algum as pessoas a sua volta, nem são menos dignos só por conta de uma opção sexual diferente da tradicional. Afinal, alguém sabe dizer o que é normal? Eu não sei.
O incesto é um assunto tão “proibido” que por isso fascina tanto. Não gosto muito de contos eróticos, mas nas vezes que parei para ler alguns, sempre tinha pelo menos um sobre incesto.
O incesto na mitologia
Na mitologia grega, onde inclusive encontramos belíssimas lendas com contexto sexual, não são poucos os casos de incesto. Para citar os mais famosos:
- Édipo – apaixonou-se pela sua madrasta Jocasta e matou o pai para casar-se com ela. Mas veio a descobrir que ela era sua mãe verdadeira e por culpa fura os próprios olhos.
- Electra – uma princesa que se apaixona pelo pai e assim quando o pai é assassinado, ela manda matar sua mãe em vingança. Na psicanálise usam o termo “complexo de Electra” para designar o desejo da filha pelo pai.
- Freda – ela se apaixona pelo enteado Hipólito, e não sendo correspondida, inventa uma mentira ao marido Teseu que mata o próprio filho.
Outra figura famosa, e essa existiu mesmo, Caio César, imperador romano conhecido como Calígula, era totalmente libertino ainda no primeiro século. Ele mantinha relações incestuosas com suas irmãs e promovia festas onde a orgia rolava solta. Mas gostava de dizer que essas orgias eram sagradas, feitas para ativar as forças cósmicas, já que se considerava um deus.
Uma breve reflexão sobre o incesto
Em muitas relações incestuosas o que acontece não é falta de caráter, nem problema psiquiátrico, nem desvio de conduta. É amor… e as outras pessoas tratam com repúdia e preconceito. Portanto o problema não está nos praticantes do incesto e sim nos olhos maldosos da sociedade que interpretam amor como algo ruim.
Quando conseguimos nos livrar de preconceitos sentimos uma leveza e uma paz de espírito muito grande, falo por mim. E você, quer tentar rever seus conceitos e experimentar essa paz?
Intervenção da B.
Indico a leitura desta matéria: “Incesto é ‘comum’ e não é denunciado, dizem especialistas”, de Luciana Rossetto, no G1. O texto traz diversos aspectos psicológicos e sociais à partir do ponto de vista de estudiosos no assunto (antropólogo, psiquiatra, cientista social).
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Nádia é uma mulher comum, dona-de-casa, casada e com filhos… Que também trabalha como stripper virtual (shows eróticos na webcam mediante pagamento antecipado). Alguém que ama escrever, tem um blog onde registra seu devaneios sobre sexo e outros assuntos. Além do seu blog profissional www.prazervirtual.com
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Acho que esse papo é uma sem vergonhice total! Acho que essa de transar com pai, mãe e irmão é coisa de quem não quer crescer e sair de casa pra ganhar o mundo. Desde a pré-história existe na humanidade um “contrato social” em que as mulheres e homens da mesma família devem ser casar com outras pessoas de famílias diferentes. Na verdade existe sim tesão entre pessoas da mesma família, mas isso não quer dizer que seria “normal” a transa, já que existe a necessidade dos filhos emanciparem e rumarem para suas vidas na “selva” da vida. O homo sapiens desenvolveu esse sistema social “neurótico” para se expandir em todas as direções a ponto de ,mesmo na pré-história, ocupar todos os ecossistemas da terra (da mais fria região polar até desertos e florestas). Isso tudo graças a necessidade dos filhos saírem de casa e “se virarem na vida”. Não acho que quem faz isso deve “queimar na fogueira”, mas não é uma coisa certa porque todos nós somos humanos e devemos saber o nosso lugar em relação aos nossos pais e filhos.
o incesto visto pelo lado religioso é só hipocrisia, pois é condenado, mas os membros das igrejas são os grandes violadores de suas próprias doutrinas.
o incesto entre pessoas maiores e com boa formação cultural [trecho editado por não-conformidade com regras do AVS - incitação a comportamento delituoso] deve ser visto de modo realista, natural, tendo em vista que um relacionamento se mantém devido ao amor e ao tesão.
não há como fugir dessa verdade.
Aos seis anos tive um breve contato com um primo meu, de mesma idade. Eu, evidente, era muito inocente e nada sabia da vida. Mas era impressionante com o moleque já era erotizado. Não foi nada de mais, mas foi válido, serviu para que eu soubesse q eu não gostava de meninos.
Aos sete anos fui conhecer o q era de fato uma garota. Minha prima, quatro anos mais velha, estava numa fase diferente, de pré-adolescência. Ela passou a me perguntar coisas q eu não fazia muita ideia e um dia, no carro do meu tio, nos beijamos. Ela passou a me contar muitas coisas e outros encontros dentro do carro aconteceram até ela se despir completamente pra mim nos quartos dos seus pais, meus tios. Confesso q na época fiquei bem impressionado ao vê-la numa posição sexual bem conhecida em minha frente. Foi um exame ginecológico xD Mas tínhamos uma certa inocência, pq ela não queria e nem nunca pediu para q eu tivesse relações com ela, até pq com sete anos não resultaria em nada. Eu não saberia como fazer. Ela queria q eu a conhecesse, queria me mostrar seu corpo. Acho q as transformações pelas quais ela estava passando tinham de ser expostas para alguém e nós crescemos juntos, morávamos lado a lado e tínhamos um grande afeto. Enfim, depois daquilo, tivemos uma série de encontros esporádicos até os meus oito anos. E foi uma coisa bonita pq era um amor inocente e muito mais de carinho e descobertas do que sexual. Não houve penetração. Lembro de ela ter feito de tudo para que eu beijasse melhor (o que não deu muito certo xD), dos encontros na casa dos fundos em obra e até mesmo deitados no chão em pleno quintal, só nós, sob o céu azul sem nenhuma nuvem. Enfim, foi um tempo bom e nenhum de nós nunca perturbou o outro, simplesmente acontecia quando um líamos nos nossos olhos.
Mais tarde, com 11 anos, me relacionei com a sua irmã, poucos meses mais velha do que eu. Pudemos compartilhar mais coisas, maturidades mais parecidas. E aquele clima de “ninguém pode descobrir” mais uma vez, q deixava nossos corações acelerados. Se algo fosse descoberto, seria um escândalo em nossa família católica, apesar de não acharmos que nós estávamos errados. Fizemos quase de tudo, nossa maturidade ainda não nos permitia a prática do sexo propriamente dito, penetração, mas naquelas brincadeiras nós nos conhecemos muito bem e nossa relação se fortaleceu.
Ah, nesse meio tempo, também me relacionei com uma outra prima, por parte de pai. E com ela foi basicamente a mesma coisa, a diferença é que não morávamos lado a lado e nos encontramos só algumas vezes. Mas também foi bom.
É importante dizer q isso tudo nunca me prejudicou, pelo contrário, passei mais tranquilamente por minha adolescência, sem afobação, sem tantas dúvidas… Ouvia meus amigos comentando tantas coisas, com tantos grilos, coisas q eu já sabia. Eu até ria deles.
Que bom ter uma válvula de escape para compartilharmos um pouco das experiências que são obrigadas a ficar escondidas das pessoas de nosso convívio.
Eu Fui muito feliz por ter vivido experiência marcante com uma tia quando ainda tinha jovem. Foi uma temporada muito boa, onde que eu me lembre, foi o começo da minha vida sexual.
Detalhe: Não houve relação, mas ela me deixou louco e pasmem, ao meu primo também (que era filho dela). Foram diversos momentos que ela se divertia nos excitando. E o meu primo que era um pouco mais novo fazia questão de iniciar as brincadeiras que fazíamos na cama. Brincávamos que eramos os maridos dela. Foram diversas coisas que me lembro, mas somente nessa fase. Depois de adulto nunca tocamos no assunto.
Tenho 39 anos… tenho uma irmã …. somos gemeos e ela é mais velha… por ter nascido primeiro acho que sempre manipulou as circunstancias… ou ela ao contrario de mim…. sempre soube expor melhor aquilo que queria….
O fato é que desde criança… eu e minha irmã tomavamos banho juntos… sob a supervisão de minha mãe…. sempre que era hora de dar banho nas crianças…. talvez por conveniencia… era mais facil dar banho logo em duas de uma única vez….
Lembro me que um dia Laura perguntou sobre as diferença entre nós dois… por que o menino tinha pi-pi… e a menina não tinha… e a resposta de minha mãe foi…. porque quando os meninos crescem…. eles pôe o pi-pi dentro da vagina das meninas….
Esse foi o gatilho que me disparou para a sexualidade… certo dia…. tomando banho com a Laura…. eu tive uma ereção…. eu tinha 8 ou 9 anos…. minha mãe ficou mexendo no meu pênis… e a Laura olhando…. depois daquilo…. quando ficavamos sozinhos em casa começanos a nos tocar sexualmente….a nos masturbar ….
Quando começaram a nascer os pelos pubianos… comecei a ficar com vergonha… mas ela me provocava e eu acabava cedendo….
Só fomos ter uma relação mesmo… aos 14 anos…. ela já era uma moça formada… até então só nos masturbavamos juntos … nem sexo oral nada…
Aos 14 anos…. com a primeira penetração…. vieram tambem os problemas…. a gente dormia no mesmo quarto…. e um dia minha mãe nos viu dormindo na mesma cama….
Achei que meu mundo iria acabar…. decidimos naquela noite que nunca mais fariamos aquilo de novo… pois tinhamos a consciencia…. naquele momento que era errado….
Mas para nossa surpresa no dia seguinte… nossa mãe não disse nada !! e no dia seginte tambem não…. e fingiu que nada estava acontecendo…. só uma coisa mudou para sempre….
Nós temos outra irmã… 4 anos mais velha que a gente…. quando ela saía com o namorado… minha mãe recomendava…. “Juízo voces dois hein! “ …. ela passou a dizer o mesmo pra gente… quando ficavamos em casa… ou quando saíamos juntos…. minha mãe sabia o que rolava entre a gente…
Aos 17…. veio a primeira separação…. eu fui pra São Carlos … pra faculdade… e ela para Alfenas MG….
Decidimos seguir nossas vidas… seremos sempre especial um para o outro… porem somente irmãos…. arranjei uma namorada….e estava levando a minha vida na boa… quando Laura me liga e diz que estava namorando…. Putz!!! Tive uma crise…. Liguei de novo pra ela e falei um montão….. ela me disse: “ Como voce acha que eu me senti quando voce arrumou a Rose ???…”
Eu estava namorando a Rose já a uns seis meses…. quando a Laura e o Toni namorado dela vieram até São Carlos me visitar…. estavamos na Casa onde eu morava com mais 3 amigos… resolvemos fazer um churrasco…. decidiram a maioria que quem iria ao mercado fazer as compras seria eu e a Laura….
Saimos para ir ao mercado…. voltamos 3 horas depois… a Laura com os cabelos lavado ainda molhado…. depois disso… ela sempre me ligava de Alfenas só pra dizer que precisava ir “ Ao Mercado “ comigo pra fazer compras….
O meu relacionamento com a Rose durou pouco tempo e já na formatura havia acabado….
Voltei para minha cidade…. não fui mais para a casa dos meus pais…. minha mãe havia falecido…. e meu pai nunca suspeitou de nada…. minha irmã mais velha… há! Essa desconfia !… mas nunca teve a prova concreta… por sermos gemeos…essa é a desculpa que temos para sermos…ligados….confidentes… companheiros….
Quando meu pai faceceu… a Laura veio morar comigo…
Comprei um apartamento com dois quartos…. mobiliamos com duas camas…. e a Laura até hoje mora comigo…. só que todos que vem nos visitar… nos pergunta … Por que no meu quarto tem uma cama de casal ?
Esse…. é o nosso segredo !
Anteu…?! O gigante do nono círculo do inferno de Dante?!
Bem, olá!
No meu caso não considero que houve incesto em minha infância. Houve um momento em que eu tomei consciência do meu desejo por meu pai, numa fase precoce da minha adolescência, aos 14 anos. Se houve um acontecimento, um fato? Sim, houve. Mas não grave nem deselegante. Foi algo delicado, e, definitivamente indelével, indestrutível, eterno. Não foi uma abordagem, uma investida de fundo sexual da parte dele. Não-fui- molestada-indefensamente naquele ocasião. O que talvez tenha acontecido é que a mesma proximidade paternal, amorosa e protetora, de um dia para outro fez-se sensual, dentro de mim, sem que ele o planejasse. Fiz-me entender?
E não penso que ele me escravizou. Ele não é a minha única fonte de prazer. A mais intrigante? Certamente…
Mais tarde, sim, houve um impasse entre mim e ele. Eu tinha 17 anos, já havia me iniciado sexualmente. Naquela ocasião ele me possuiu à revelia. Mas eu já não era criança e hoje considero que fui co-responsável para aquele desfecho.
Assusta-me quando diz que acha que minha mãe tenha sido vítima de abuso sexual incestuoso! A partir de que dados inferiu isso?!
Sobre a desconfiança dos outros sobre nós: nossos encontros são esporádicos e longe dos olhos de todos.
Você é mesmo inflexível no que diz respeito a essa matéria como deu a entender, Anteu?
Namoro há quase dois anos. Eu tenho 27 anos e ela 24. No começo, descobri que a minha namorada se trocava na frente do pai e vice-versa. Achei aquilo muito estranho, mesmo porque venho de uma casa cheia de mulheres e nunca nos trocamos na frente um dos outros. Após algum tempo, percebi que aquilo não era uma simples nudez, porque eles criavam situações para se observarem. Sempre o pai tinha que conversar alguma coisa muito importante enquanto ela tomava banho; mostrava cortes na vagina que ocorreram ao se depilar; sentava de pernas abertas; pedia para passar pomadas em lugares bem íntimos e diversas outras situações que nem sei que palavras definir. Antes de falar qualquer coisa do assunto a ela, resolvi investigar. Descobri que o pai nunca deu atenção a ela até os quatorze, coincidentemente na idade das transformações corporais. Foi naquela idade que resolveu se preocupar (pai) com menstruação, atividade sexual dela e até mesmo sobre depilação. Também observei que a mãe dela se incomodava com tal situação, porém fazia comentários tímidos, sem efeito. Inventei uma história que as minhas irmãs sofriam abusos de meu avô para ver o que conseguia tirar dela. Foi quando a minha sogra então comentou que não gostava que ela se trocasse na frente do pai, porque poderia despertar “desejos”. Vi que ela entendeu o que eu queria dizer, mas só fechava o rosto e após algum tempo, gritou conosco dizendo que odiava tais exemplos. Até um belo dia que eu pedi para que não se trocasse na frente dos irmãos e pai. Ela me respondeu super agressiva, me perguntando se eu achava que ela se insinuava para eles (sempre tive certeza disso). Respondi que não, só falei que tinha ciúmes. Porém não é só isso. Sinto-me muito mal, já que não é um amigo da faculdade ou do trabalho, trata-se dos familiares. Procurei comentários na internet sobre o assunto e percebi que alguns psicólogos defendem essa situação (nudez na família) como normal, porém isso foge par além do normal: é sexual. Preciso de ajuda, mas não sei a quem recorrer. Não tenho cara para contar isso à outra pessoa nem mais para pedir que ela pare com isso. É bizarro!
Oi pessoal, parabéns Nadia, bom saber que a pessoas que tem essa coragem de opinar debater e ate mesmo desabafar a respeito do incesto consensual a cinco anos usei um deste site de contos eróticos para desabafar a respeito do o corrido entre eu e minha filha como alguém aqui já disse incesto não e nada de anormal costumo dizer que e “quebra de paradigma” quando a razão vence a hipocrisia … Antes que alguém me pergunte como foi seu caso?
Tenho 45 anos minha filha tem 23 ambos somos casados e nos amamos como família e sempre conversamos sobre tudo sempre a olhei como filha mesmo no intimo achando-a um mulherão e começou acontecer num dia em que nenhum de nos tivéssemos ingerido bebida alcoólica , no principio ou se após o acontecido eu quis morrer me achei o pior ser da face da terra e ela também por isso digo paras os bem intencionado (João Carlos) e etc. que nem sempre incesto e algo de eu na frente de um monitor lendo!passamos um tempo nos evitando ou seja fingindo que não avia acontecido ate que resolvemos acabar com o sofrimento e dizer um pro outro que era estranho mas não sentia culpa e estava muito afim que acontecesse de novo ai vai cinco anos ela se casou , e sem neura ou uma obsessão nos saímos e transamos como dois amantes incondicional … Hugo bh
Oi,meu nome é P. fiquei meio receioso de contar minha experiencia mas acredito q o fato d incesto n ser crime no brasil e muitos outros fatores tais como: ser verdadeiro consigo,n ser hipocrita e aceitar as diferenças como algo normal,devo conta-la.
Tenho uma tia com a qual m relacionei sexualmente a alguns anos atrás.Tudo começou qnd ela voltou de sp para a cidade ond nos moravamos .Bonita,atraente e um tanto safadnha ,minha tia por varias vezes chegou a perceber e comentar num tom d ironia sacana os olhares de seus sobrinhos para ela.As vezes eu e meus primos chegavamos a comentar quão gostosa era nossa tia.Ela a principio tinha sido criada por uma sobrinha da minha avó,sua mãe.Certo dia ,depois de uma festa da escola da minha prima,sua sobrinha,ela bebeu muito mas n chegou ao ponto de se embriagar.Ao retornarmos para casa ela m pediu para q eu dormisse com ela , afinal naquela época ela morava só,e eu aceitei,logico pensando no que poderia rolar…Fomos para sua casa q ficava logo atrás da casa da minha outra tia (eu estava passando as ferias na casa da minha outra tia,sua irmã )chegando lá fui logo deitando na sua cama de solteiro,ela que não estava mais sobre o efeito do alcool,trocou d roupa e deitou-se ao meu lado.Ela n tinha pudor e trocava de roupa na frente de tds seus sobrinhos,como faz até hj.Qnd ela desligou a luz e deitou-se ao meu lado aproveitei para lhe abraçar por trás.minha pica foi ficando dura e ela percebeu ,comecei a acaricia-la pelos seios até chegar na sua buça…foi então q ela se virou para mim e mandou eu retirar o short…enfiei gostoso nela ,a fazia gemer muito e até gosei na sua boca…na madrugada ela m acordou e nos transamos novamente,desta vez acabei arregaçando seu cuzinha como ela mesma disse após a relaçao.Só q depois deste dia em diante nunca mais transamos, n sei pq?Acho q ela ficou recentida de ter transado com o sobrinho.Hj em dia ela é lesbica e mantém uma relação aberta perante nossa familia com uma moça ,mas de um tempo pra cá venho sentindo um desejo de transar com as duas…meu penis fica até ereto qnd penso nisto..Já cheguei até fazer oral com essa moça,claro q ninguem sabe…Essa moça é bi na verdade,até gosta mais d homem do q d mulher,mas ela nem sonha q eu já tive uma relação com minha tia…Tenho medo d investir e pelo fato d uma n saber da outra isso acabar dando merda,até pq sou casad e elas consideram muit minha mulher..mas meu desejo em transar com minha tia e chupar essa moça é enorme…oq vcs acham?
tenho 24 anos e de um ano para cá, venho tendo uma enorme atração por minha tia solteira de 43 anos, posso fazer de tudo por ela, mas será que posso ter uma chance com ela? fico a observar sempre. me ajude por favor ou preciso procurar um psicologo. grato
O valor mais sagrado e bonito da humanidade é o AMOR.
Acho que as pessoas que praticam incesto, ou homossexualismo não precisam de aprovação e nem que o resto da humanidade concorde com isso, o que elas precisam é de respeito.
Quem dá valor a vida humana sabe conviver com as diferenças mesmo quando não as aceita.
Na realidade biológica o sexo só existe para gerar vida? Bacana, então vamos queimar todas os métodos contraceptivos e encher o mundo de mais crianças abandonadas, passando fome, praticando crime… ué, se o propósito é esse, vamo bora!!
Antigamente as pessoas sabiam que sacanagem é sacanagem, hoje tentam se esconder gritando “PRECONCEITO”, ou seja, eu faço uma porcaria com minha vida e nego os valores mais sagrados e bonitos da humanidade, mas me faço de vítima. Quanta hipocrisia! Incesto é errado sim, homossexualismo e zoofilia também. Não é preconceito dizer isso, mas apenas afirmar que a realidade biologica é que o sexo existe para gerar vida. Vocês não compreendem isso porque no fundo não respeitam nem dão valor para a vida humana.
Olá! Gostei mt dos depoimentos. Vivo uma situação calado desde minha adolescencia, uma atração tremenda pela minha mãe. Ja tive vários relacionamentos, mas sempre me deparo me masturbando para ela. Outro dia cheguei em casa tarde e ela veio me abraçar, na mesma hora fiquei excitado, ela percebeu porém eu não tinha natado q seu namorado estava em casa, fui para meu quarto e acabou q nos distânciamos.Este desejo tenho desde d criança. Lembro-me uma vez q ela me dando banho, qd ela foi me secar fiquei excitado, e ela dizia : nossa… ele endureceu, fiquei com mta vergonha, ela acariciava-o, mas era eu mt inocente. Bem e hoje morro de tesão nela , e não sei como me aproximar de novo. E olha q moramos no mesmo lugar rsss
Pedro,
Obrigada pela indicação do filme, vou procurar pra assistir, depois te conto.
Beijos!
Emiliano,
Concordo completamente com seu ponto de vista sobre idades.
Beijos!
Eu acho que incesto pode ser bom se ambos estão no mesmo nível de maturidade sexual (irmãos ou primos com 9 10 11) estariam mais ou menos na mesma onda, ou por exemplo irmão ou primos com 13 14 15
Eu não acho que faz bem um irmão de 15 pegar a irmão de 10 …. meu preconceito é pela idade …. experimentar juntos o misterioso mundo do amor e sexo é bom respeitando essa questão da diferença de idade, exceto aos 16 ou 17 digamos…. aí já se tem maturidade suficiente para se ter experiências com adultos, sendo vontade de ambos.
Isso é claro varia de cultura para cultura….
Bjs Nadia
Muito bom este site.Estou desejando muito minha irmã, não sei como me aproximar e falar do meu amor e carinho.Acho que os comentarios ajudam muito…
Olhando o comentario do anteu, me veio a cabeça um caso de uma uma amiga que eu conheci nas rodas BDSM. Ela praticou o incesto desde os nove anos de idade até a idade adulta. Com primos, primas, irmã e inclusive fala que, se fosse possivel, adoraria transar com o pai. Quando eu a conheci, achei que ela fosse apresentar algum tipo de sequela desde comportamento sexual precoce, mas a medida que eu fui conhecendo mais sobre ela, eu percebi que ela é mais normal do que eu em muitos aspectos. Ela não tem a menor vergonha de contar isto para as pessoas (mas não para todos obviamente). Ela é bem sucedida e uma das pessoas mais calmas e serenas que eu conheço. Não sei se este é um caso extremamente incomum, mas ela não é nada do que eu esperaria de uma pessoa que foi vitima de pedofilia e incesto.
Ah.. esta é a vida, sempre mais estranha que a ficção. ;)
Moreno,
Apesar de não julgar a atitude das pessoas que praticam o incesto, eu também não consigo imaginar isso em minha família…
Mas acho que isso não é preconceito não. Acredito que seja mais pela maneira como fomos educados.
Beijos!
Oi Nadia, só passei aqui pra deixar a dica de um filme sensacional (que eu assisti ontem inclusive). É o “Os Sonhadores” (The Dreamers, 2003, de Marco Bertolucci). O filme conta a historia de dois irmão, na França dos anos 60, que sentiam uma paixão incontrolavel um pelo outro, mas não conseguiram consuma-la até conhecer um jovem americano chamado mathews. O filme é uma viagem em varios aspectos, não só pela ambientação maravilhosa da paris dos anos 60, mas pelas referencias ao cinema antigo e as cenas de sexo que dão tesão a qualquer um.
Está aqui a dica, um beijo.
òtimo artigo,
Gotei muito do filme, não conhecia.
Uma coisa smepre vejo por ai é: o incesto, fantasia, tara, etc. do outro é sempre esquisito.
No meu caso é justamente ao contrário. será preconceito? Talvez sim, mas não consigo imaginar isso em minha família, minha casa, será por não me imaginar tendo relações sexuais oua fetivas demais com minha mãe ou pai ou irmão?
ai quando vai pro lado de fora da casa, prima, tia, consigo imaginar a coisa no lado sexual. beijo a todos, beijo Nádia
Lu,
Gostaria de obter sua opinião a respeito:
a) Tendo sido o incesto iniciado na infância, tendo sido molestada uma criança,e desenvolvendo-se a relação de maneira repetida até a sua fase adulta; há alguma possibilidade de isto ser considerado algo normal mesmo entre os dois? Como teria sido a vida desta pessoa se não tivesse sido molestada por seu agressor paterno/materno na infância? Merece algum tipo de simpatia um pai que extirpa a identidade de uma pessoa desde muito antes do mais tímido brotar de sua sexualidade, escravizando-a assim para todo o sempre como objeto de sua lascívia e fazendo esta pessoa te-lo como única fonte de prazer para o resto da vida?
b) O que dizer de pais que transmitem doenças sexuais para seus filhos(as)? De doenças psicossomáticas (mentais e físicas) que podem se desenvolver pelo fato desta pessoa estar lidando com uma realidade fora de controle, para alguém que não tenha qualquer maturidade para lidar com isso? Existe algum tipo de terapia que possa devolver a alma de uma pessoa que tenha passado por isso?
c) Você acredita que haja explicações espirituais para isso? Ou acha que fazer uso desse tipo de recurso não passa de uma desculpa, de uma “tipóia moral” para justificar algo que simplesmente não possui qualquer justificativa no seio da sociedade, mas que tantos por aí praticam, como você mesma reconheceu?
d) Tenho certeza de que há um histórico de incesto em sua família, inclusive a sua mãe deve ter sido uma peça-chave no seu envolvimento com seu pai. Muito provavelmente ela também viveu uma situação assim na vida dela.
e) Por fim, você acha mesmo que ninguém desconfia de vcs dois? Acredita piamente que seus outros familiares não têm a menor sombra de desconfiança?
Eu duvido e muito da grande maioria dos posts aqui publicados quando dizem que seus relacionamentos iniciaram-se na vida adulta. Incesto e pedofilia andam de mãos dadas em 90% dos casos. Sexo tem a ver com poder, com subjugar, e incesto é uma prática sexual oportunista, como é oportunista uma hiena alimentar-se de um animal agonizante ou de um filhote indefeso. Então, se quiserem castração química pra valer, tenho certeza de que a maioria aqui terá que se acostumar com a idéia de perder o seu/sua parceiro(a) sexual por excelência para sempre.
Pedro – muito obrigada pelo elogio. Valeu mesmo. Beijos!!
Ayana – seu blog é bacana menina, adorei, parabéns!
Concordo contigo, a questão do preconceito é cultural sim. Assim como você também não condeno nada não. O incesto é uma tema curioso, não dá pra entender realmente o que os envolvidos sentem, mas tem coisas piores que aprendemos a aceitar e engolir né? rsrs
Beijos
Eu acho que a questão de se condenar o incesto é basicamente cultural, tanto que a gente percebe que quase todas as culturas não o aceitam, mesmo antes de conhecer o risco de problemas genéticos. Ora, esse tipo de relação desestrutura a representação de cada indivíduo dentro de uma família (como no caso do pescador do MA que assume uma posição de pai e avô ao mesmo tempo). Não sou muito de condenar essas relações, apenas acho um tema muito curioso.
Beijinhos!
Nossa Nádia, parabens pelo post. Não sabia que você estava escrevendo para o AVS. Continue com esta qualidade, eu dou 10 para o artigo.
Mil Beijos.