Oi amigos, voltei para falar sobre uma coisa que tem me deixando meio pensativo nos últimos dias. Escutei algumas amigas falando sobre situações que as revolta no universo masculino; ri, na verdade passei mal de tanto rir, mas de certa forma conclui que elas não estão de todo erradas.
Apesar disso tudo a pergunta que eu mais ouvi nesses dias foi:  “O que está acontecendo com os homens?”
Mais da metade das minhas amigas (daquelas que conversam sobre coisas femininas como se você nem estivesse ali) vêem reclamando coisas que deixariam até um careca de cabelo em pé. Uma delas foi o fato de estarem cheias de tesão, subindo pelas paredes e não terem ninguém para saciar essa necessidade.
Belas ou Feras?
E foi nesse momento que a minha cabeça explodiu e a minha mente parou de divagar e comecei a prestar atenção naquelas mulheres sentadas à mesa comigo. Todas eram definitivamente decididas e sabiam o que queriam.
Algumas queriam apenas uma transa casual, enquanto outras queriam um compromisso mais duradouro. Mas a unanimidade (independente do tipo de relacionamento) era que todas queriam transar e que parecia que a situação estava difÃcil.
As mulheres eram comuns. Bonitas, espertas, inteligentes, do tipo que atrairia um olhar diligente mesmo em meio à multidão. Então o que falta para elas?
E foi nesse momento que me deu aquele estalo ao melhor estilo ‘eureca’. Todas as mulheres que estavam à mesa eram da melhor espécie possÃvel. Livres, desimpedidas emocionalmente, inteligentes e o ponto crucial: independentes de ‘n’ formas.
Pode parecer besteiras, mas desde o Bra-Burning em 1968, as mulheres têm alcançado o seu espaço com muita força e coragem. Hoje em dia existem mulheres no poder em vários locais e elas mostram a que vieram; ou ninguém se lembra da Miranda Priestly ou Erin Brockovich, onde mostram mulheres fortes e capazes de enormes proezas e sacrifÃcios para alcançar seus objetivos?
Quem é caça e quem é caçador?
E o que acontece com os homens numa situação dessas? Ficam aterrorizados, porque não temos coragem de transpor algumas barreiras. Sei que conhecem aquele ditadinho ‘dia da caça e outro do caçador’, certo?
Pois bem é isso que está acontecendo. Os homens eram acostumados a se sentirem os verdadeiros caçadores da selva chamada relacionamento; tÃnhamos as armas, tÃnhamos a disposição, tÃnhamos quase tudo. A segurança para usar isso tudo se escondia atrás de um copo de bebida alcoólica e na sombra de boates escuras; mas e hoje? Onde estão essas armas?
A verdade é que nós homens ficamos a mercê das nossas cismas e temores; por conta disso nos tornamos caça das mulheres que até um tempo corrÃamos atrás. Mas não só nos tornamos caças e paranóicos como também nos tornamos receosos de um ‘primeiro passo’, pelo simples medo de uma rejeição que à s vezes mora apenas em nossas mentes.
Dessa forma o que tem acontecido? Mulheres insatisfeitas e homens temerosos. As mulheres reclamam que os homens não chegam, não atacam e os homens falam que está complicado chegar ate as mulheres, tem medo do que possa acontecer, temem serem rejeitados, etc.
Deixo aqui uma dica para os homens que tiverem coragem o suficiente para chegar até o fim: livrem-se do medo infundado, sejam mais confiantes em vocês.
Esqueça o egocentrismo, olhem para as mulheres como pessoas que podem trazer conhecimento e um prazer sem tamanho e não como pedaços de carne com um belo par de pernas e seios.
Sabe as cismas que vocês, nós temos? As mulheres não se importam com isso, querem apenas um bom papo, uma conversa agradável e um pouco (à s vezes muito) sexo satisfatório. Não é nenhum livro codificado, é só raciocÃnio lógico.


















Eu não acho que o assunto seja complexo, todo mundo sabe que, quem sempre foi o caçador é o homem mesmo e a mulher a caça, e vai ser assim por toda a eternidade, (a mulher da e o homem come) muito simples, mulher que é mulher de verdade sabe disso e aceita os fatos numa boa.
o que acontece é que a maioria das mulheres não aceitam esse fato veridico, e ficam contrariando para mudar o rumo certo das coisas para elas.
mulher é sexo passivo, vão ser as eternas passivas, não tem como a mulher disputar sua sexualidade com os homens, só que hoje em dia elas querem fazer a mesma coisa que os homens fazem
Elas acham que são elas que comem pelo ''simbolismo'' (a vagina é como uma boca e o penis uma banana) muito ridiculo isso.
homem é homem e mulher é mulher
Gente o assunto é mesmo complexo, e como diz a B não existe fórmula, o que sei é que sem sedução não é bom, os dois tem que saber jogar o jogo delicioso da sedução, troca de olhares, conversas com duplo sentido (risos) e por ai vai até que alguém toma a inciativa, não importa se ele ou ela, importa que os dois se sintam seduzidos e ai caça e caçador se confundem ou se fundem num só (risos)
beijos
e o problema continua sendo a falta de diálogo…
Gostei tanto deste texto, que resolvi escrever um pouco mais sobre ele em meu Blog e transcrevo-o aqui!
Lendo um post – “Homem e Mulher – Caça ou Caçador?" – escrito pelo Dr. Rom, no Blog A Vida Secreta, percebi o quanto a relação homem x mulher anda modificada. Não é que nunca tinha pensado a respeito, pelo contrário. Mas é sempre muito bom saber que a nossa percepção e nossos pensamentos não são únicos.
O que imagino é que a guerra travada e vencida pelas mulheres já tem o apoio das pessoas, porém de forma ainda desordenada, sem conjunto. O que quero dizer com isto é que tanto a maioria dos homens quanto das mulheres, reconhecem as conquistas e tentam se adaptar a elas. Por outro lado, a sociedade, que representa o todo, o senso comum está atrasado com relação a isso.
Como o ser humano, infelizmente, tem uma tendência a seguir o senso comum abrindo mão de seus próprios pensamentos e muitas vezes até dos próprios valores, é relativamente natural o pensamento correto dar lugar a ação ultrapassada nas relações do dia-a-dia.
Algumas mulheres resolvidas, independentes, singulares e cheias de autoconfiança se retraem em algumas situações para se adaptar ao meio. Com homens não é diferente. Conheço poucos homens que não admiram as mulheres que tomam a iniciativa. Também conheço poucos homens que se casam ou se relacionam com estas mulheres. Já as mulheres trabalham duro para impor suas habilidades de organização, liderança, autoconfiança e depois acabam acusando os homens que se submetem a elas.
O fato é que estas diferenças são reconhecidas no íntimo, mas pouco praticadas por ambos. Quando isto acontece, com o passar do tempo, inicia-se uma guerra “burra” para alterar as principais características que os aproximaram. É quase uma guerra para impor a própria personalidade no outro, tentando reduzir a singularidade de duas pessoas em apenas uma.
Acredito que o relacionamento seja uma maravilhosa forma de multiplicação de ideias, vidas, costumes, felicidade e também de coisas nem tão boas assim, mas é multiplicação! Incremento de possibilidades! Variedade de alternativas!
Sou apaixonado por pessoas seguras o suficiente para aprender com o dia-a-dia da vida e tomar as próprias conclusões, seguir as próprias diretrizes. Sou apaixonado pelo diferente e pela singularidade.
A maior parte dos problemas que vivemos é porque abrimos mão daquilo que temos como certo, não porque mudamos de opinião – o que seria extremamente singular! – mas porque queremos nos adaptar ao senso comum.
Em uma das obras de Ronald Daivid Laing – The Politics of Experience (A Política da Experiência) há uma frase interessantíssima para pensarmos:
“Pensamos muito menos do que sabemos. Sabemos muito menos do que amamos. Amamos muito menos do existe. E nessa medida exata somos muito menos do que somos.”
Há varias interpretações, a minha vai no sentido de ignorarmos nossas diferenças, caminhando em direção ao comum. Justamente aonde está todo mundo, onde se diferenciar é cada vez mais arriscado. Arriscado? Sim. Se pensarmos que nos afastamos de nós mesmos na expectativa de obtermos aceitação.
Isto pode significar que não nos bastamos e que precisamos de outras pessoas para nos satisfazer. A ironia está na máxima: “… para que sejamos amados é preciso que nos amemos antes…” ; Logo, para que sejamos aceitos é preciso que nos aceitemos. Isso implica em muitas coisas….
Assim, para reencontrarmos os lugares corretos de mulheres e homens no meio deste “pós” guerra, é necessário nos concentrarmos em quem somos e no que realmente queremos!
Esta nova batalha não tem gênero, mas tem o ser humano como principal ator. E ele exerce dois papéis: o de mocinho e o de vilão!
Adoro esse Blog, é ótimo!
belo texto!
é a pura verdade, ninguém sabe direito o que quer, quando temos dúvidas, perguntamos, mas e quando a resposta não vem? E quando ao invés de somarmos, começamos uma competição? ja conheci pessoas que mesmo estando afim, sentem a necessidade de se firmar como a "fodona" e ai começa o round, resultado? ninguém fica com ninguém. Seria tão bom se homens e mulheres (não generalizando, por favor), somassem, ao invés de subtrair na hora da sedução, ou esuecer essa coisa de caça e caçador, parece que as pessoas levam o "trabalho arduo que dignifica a pessoa" até para a conquista.
Ah sim, a culpa é sempre do outro e é sempre o homem com medo e não as mulheres cada vez mais independentes e exigentes para as quais só o CEO de uma multinacional serve.
Parabéns pelo texto! Este é realmente um dilema vivido por homens e mulheres. Mas acho que tem a ver coma nossa cultura, acredito que homens e mulheres estão no meio de grandes mudanças e adaptações. Enquanto as mulheres gozam da vitória de uma guerra travada por igualdade e conquistas, onde está sendo decretada sua independência sexual, financeira e muitas outras, com legitimidade – diga-se de passagem – , os homens estão sendo convidados indiretamente a exercerem seu lado mais sensível, acolhedor… No meu ponto de vista, todas as guerras deixam sequelas e nesta não é diferente! A guerra deixa o ser humano mais agressivo, arredio… se pode sobreviver a ela, sobrevive-se a tudo! E é nesta medida que estamos… É comum algumas mulheres confundirem suas conquistas e acabarem agindo como os homens de antigamente…. Nada contra o homem objeto…rsss E nada contra esse novo perfil de tomar a inicitiva e correr atrás de suas vontades…. Com o tempo tanto homens quanto mulheres acabarão encontrando suas prórias singularidades e aperfeiçando um ponto em comum, que será deliciosamente bem aproveitado.
B. disse tudo…
ultimamente estou na fase 'me conquiste', mas já tive fases de partir pro ataque e claro, tive sucessos e insucessos, faz parte.
Excelente texto!
Gostei muito mesmo. Só não posso expressar opiniões a respeito, porque não tenho, sou casada e me sinto feliz em não precisar mais passar por esse joguinho de caça e caçador…
Pois é Dr. Rom… Os homens não sabem como agir e nem nós exatamente o que esperar.
Se por um lado é uma delícia tomar a iniciativa, não deixar totalmente nas mãos deles a conquista, por outro lado muitas de nós ainda esperam que vocês liguem no dia seguinte…
Os papéis que durante décadas foram muito bem estabelecidos, dos anos 60 para cá viraram do avesso e hoje ninguém, homem ou mulher, sabe exatamente como funciona o jogo da sedução.
Algumas mulheres são intimidadoras e, talvez, em seu íntimo só deseje um homem capaz de "domar" este seu instinto, alguém que tope o desafio implícito.
O que sei é que não existe regra ou papel específico, cada um é cada um, por isso o negócio é ir tentando…
Como mulher, e atualmente sozinha, asseguro: tem homem no mercado sim. A três por dois! O problema é que ninguém, homem ou mulher, dá valor àquele que é fácil demais, que não demanda trabalho na conquista.
Mas eu confesso, queria que fosse diferente. Seria tão mais fácil…
(Essa é a opinião da B. hoje… Mas eu mudo, como toda mulher, como uma pluma ao vento… rs)