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Andarilho é um querido** colega que resolveu esta semana dar uma parada na vida blogueira. Espero que o cara decida voltar logo, pois é um dos blogs de variedades que mais gosto.
Segundo ele, seu lado B é quase tão sem graça quanto o lado A. Bem, devo confessar que se me perguntarem o que acho do meu lado A ou B, responderei também: “Bem sem graça…” Nossa vida é quase sempre muito sem graça para nós mesmos. Chego a achar uma sessão BDSM a coisa mais normalzinha do mundo, mesmo com direito a wax, face siiting e chuva dourada. De perto ninguém é normal.
O momento d‘A Vida Secreta do Andarilho, foi postado recentemente em seu blog, e como eu sei que nem todos os leitores do AVS passeiam por lá, pedi autorização para postar por aqui. Trata-se de uma situação interessante, bonitinha até, por dois motivos:
Segue o relato abaixo, espero que gostem como eu gostei, mas espero mesmo é que o Andarilho resgate seu tesão blogueiro logo, logo…
Há algum tempo atrás, conheci uma GP* que chamaremos de D.
D. trabalhava numa dessas casas que existem pelo centro de Florianópolis. Neste caso, não era apenas o nome “casa de massagem”, mas era uma casa mesmo.
Pois bem, dizer que conheci D. não é muito acurado. Fui cliente dela, sim, mas gostava muito de ficar conversando com ela depois do “exercício”. E achei ela, como dizem os manezinhos aqui da ilha, “muito querida”**. Não posso dizer que me tornei íntimo, mas posso dizer que se encontrasse com ela na rua, poderíamos bater um papo normal, como conhecidos (amizade eu acho íntimo demais, eu quase não tenho pessoas que considero amiga(o)s, por isso classifico as pessoas como conhecidas ou colegas).
Numa das vezes em que fui me encontrar com ela, depois do rala e rola, ela me diz que trouxera a filha dela naquele dia. WTF!?, pensei. Estávamos na referida casa de massagem, e ela me diz que trouxe a filha? Oh céus, eu estava com a espinha gelada, e D. falava naturalmente. Falava sobre a filha, sobre o seu bebê. Pensei muitas coisas naquela hora, achei que ela era doida, no que eu deveria fazer, se chamava o conselho tutelar ou sei lá…
E então ela me pergunta se eu quero conhecer a filha dela. Achei que tinha que ver com meus próprios olhos aquela sandice, então disse que sim.
Ela sai do quarto e depois de poucos instantes volta carregando no colo a filha dela. Ou melhor, a filhote dela. Oh yeah, a pequena bebê era uma cadelinha alegre e saltitante, bem parecida com a filha de uma querida amiga blogueira.
D. só olha pra minha cara e dá risada. E a pequena cadelinha, toda faceira, fica correndo pra lá e pra cá. E eu, mentalmente, suspiro aliviado.
# Confira também a entrevista d’A Vida Secreta no www.entrevistablogs.com
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putz, imagina a cena: termina um ‘programa’ com uma gp e fica conversando, até aí tudo bem, menina boa de papo e agradável tem mais é q conversar mesmo, daí de repente entra uma cachorrinha em cena, saltitante e lambendo todo mundo e viveram felizes para sempre…. kkkk
muito bom o relato.
não visitava o blog, vou virar freguesa assim q o dono voltar.
beijos