Falem o que quiserem do Big Brother Brasil, mas um ponto positivo dele é trazer temas controversos à discussão, Principalmente os relacionados à sexualidade. Isso porque, observar e criticar o outro sempre é mais fácil do que olhar-se no espelho.
Críticas à parte, nesta edição, não diferente de outras mais recentes, não existem muitos armários a serem abertos, as pessoas que estão lá, dos mais jovens aos mais experientes, demonstram ter uma sexualidade bem resolvida. E, talvez por isso, mais solícitos ao exercício da convivência com a diferença.
Mesmo os menos esclarecidos, parecem estar muito mais curiosos pelo entendimento que pela repulsa.
Independente de “personagens” homo, bi ou heteros, de especulações aqui e ali, de juventude versus experiência, em edições passadas tivemos exemplos bem interessantes que mostram bem o que acabo de comentar.
Di Cesar e Dourado, apesar da gritante diferença, conviviam bem lá dentro. Lésbicas e bissexuais como Morango e Diana, sua eliminação deveu-s-e muito mais a estratégias de jogo do que a orientação sexual em si. Serginho, gay assumido, nunca teve a menor rejeição, dentro ou fora da casa, apesar de não ter ganhado o gande prêmio.
E nessa edição, todas as especulações conceitos e preconceitos rolaram mais fora da casa do que dentro, as personagens assumidamente liberais, são talvez as mais normais. E isso é ótimo. Ter uma orientação sexual não tão comum, não te faz ter escamas, ficar colorido de roxo, ou nada assim, somos todos absolutamente normais e comuns como qualquer outro.
Efeito BBB ou não, impressão minha ou não, penso que aqueles que são sexualmente mais bem resolvidos, parecem conviver melhor com todo o resto.
O BBB tem mostrado, ainda que não seja pelas motivações mais nobres, que a sociedade brasileira vem mudando. E que o exercício da sexualidade pleno, independente de práticas ou orientações sexuais, são irrelevantes para definir o caráter de alguém.
Finalizo o post, com um ótimo vídeo, onde um jovem filho de mães homossexuais, defende o casamento gay. Extremamente lúcido e emocionante.






sobre o episódio do pseudo estupro, sim, pq ela já disse q consentiu, ok, muito se falou e pensou nessa semana, mas as mulheres de maneira geral cotinuam sendo alvo de discriminação, vejo isso direto. e todo tipo de preconceito, sobre sexualidade, peso, opção religiosa e tudo mais. eu sinceramente não consigo, pelo menos por aqui, ver nenhuma mudança no comportamento das pessoas. pelo contrário, a cada programa q passa só vejo mais gente com preconceito e pior, mulheres machistas.
cara, o q vi de mulher falando mal da monique não dá pra contar, foi muito.
E lá dentro também rolou né?
o Rafa perguntou pra monique se ia rolar confessionário depois dela ficar com o jonas.
só faltou completar a gracinha sugerindo a expulsão dele.
(não vi, li alguma coisa a respeito)
ñ sei se concordo B…
vi muito preconceito contra a mulher depois daquele episódio da Monique. todo mundo com pena pq o cara tinha sido expulso e q a piranha tinha ficado.
pirinha ou não, tendo dado ou não, tendo sido estupro ou não eu sinceramente acho q falta de respeito com o próximo ainda impera e a questão da diversidade ainda não é ‘engolida’ com facilidade.
vi muitos comentários machistas a respeito dessa situação, e cheguei a pensar se não era hora de acabar com o programa, já q com o passar do tempo o conceito tem sido cada vez pior.
Eu concordo que o episódio foi lamentável, mas se levarmos pelo ponto de vista que naquela semana , independente dos machismos, o que mais se discutiu na rede foi o que era ou não estupro, já valeu para colocar o povo pra pensar. Até onde vai a responsabilidade, mesmo com o consentimento?