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Pejorativamente taxado na época de “cowboy gay“, Brokeback Mountain, de Ang Lee, com Jake Gyllenhaal e Heath Ledger, não é só um filme gay apesar de tratar de homossexualidade. É um filme de amor e preconceito.
Poderia ser a história de amor entre uma judia e um nazista na segunda guerra, um negro e uma branca no tempo da escravidão, uma patricinha e um favelado nos dias de hoje, mas mão… É um filme de amor entre dois homens, que se inicia na década de 60 e segue ao longo dos anos escondido em uma amizade, pois é absolutamente impossível vivenciar este amor devido ao preconceito da sociedade e deles mesmos.
Clique na imagem para ter acesso a ficha técnica do filme.
Se existe um filme que retrata explicitamente a história de duas vidas secretas é este. Os protagonistas mantém ao longo de uma vida um segredo que só é vivido uma vez ao ano, quando retornam à Montanha Brokeback.
As cenas de sexo são fortes, urgentes, quase sofridas, já que um dos protagonistas no começo da relação se nega a reconhecer-se como um homossexual apesar do desejo. Tanto que vive o amor naquele verão, mas casa-se assim que volta. Vivem meias vidas, quase tristes, conformados, mas que a cada reencontro vivenciam a sua paixão.
O final é lacrimogenicamente belo. Como disse no post anterior, é um filme que mexe comigo de uma maneira especial, puro sentimento.
Vc tá uma comentadora de filmes!
Mas confessa que ta usando SEO e tá aproveitando o nome do ator aí que morreu vai!
uhauhauha
Bjos B.
Nem… Eu tô é borocoxô ao extremo. Fiquei mexida com a morte do menino, morte sempre mexe comigo. Lembrei do filme e do quanto a vida é efêmera…
Oi B.
Essa semana tá corrida…
Acredita que ainda não vi o filme ?
Em 2006 quand osaiu fiquei louco pra assistir no cinema, mas acabei enrolando e até hoje não vi.
Beijos.

Olá B.,
Já estive para ver o filme e acabei por não ver mas agora pela tua descrição deu-me uma vontade enorme de o fazer.Tenho que o ir buscar ao clube de vídeo.
Quanto ao tema do filme, apenas realço que é triste no sec XXI ainda existir tanto preconceito.
Felizmente tenho um primo homossexual que conseguiu vencer as barreiras a nivel familiar mas a nivel da sociedade em geral é uma tristeza.
Como deve ser triste amar e não poder expressar esse amor livremente e ainda por cima ser alvo muitas vezes de comentários jocosos e preconceiuosos.Viver de “faz de conta” uma vida inteira deve ser terrivel!
Beijinhos minha querida.
P.S. Estou a adorar vir aqui todos os dias.
Eu assisti o filme no cinema e assim que saiu em DVD eu comprei. Sempre fui fã desse ator e confesso que a morte dele tb me pegou de surpresa. Um misto de tristeza, dor, medo. Nunca se sabe o que leva uma pessoa a cometer o suicidio, se foi esse o caso.
Enfim, que ele descanse em paz e que seu nome seja sempre lembrado.
Bjos.
eu sou apaixonada por cinema, mas esse filme não mexeu comigo qdo o vi.
Na época foi p mim como se tivesse visto mais um filme de romance, com a diferenca q os protagonistas eram homossexuais, nao consegui me envolver tanto assim.
Mas a morte do ator é mesmo uma perda e tanto, ainda mais sendo tao jovem e bonito.