Este é um relato de um leitor, uma contribuição para os nossos Contos Secretos. Lembrei da minha época de descobertas também, quando tudo era novidade… É um relato delicioso e erótico, safadinho e gostoso. Se você, como ele, também tem uma história secreta para contar, envie para b@avidasecreta.com e entrarei em contato. Espero que gostem.
Recordaçòes de um Alpinista
Acredito que assim como eu, após ler seus relatos muitos tiveram lembranças de historinhas secretas vividas e que guardam, uns com mais, outros com menos satisfação, num cantinho bem seguro e escuro da memória. Inevitavelmente me veio a tona recordações de experiências vividas em diferentes fases da vida, que não são muitas já que tenho apenas vinte e oito aninhos, mas que foram bem marcantes e intensas…
Como esquecer os sarrinhos na futura primeira namoradinha, a mesma que sapecamente aceitou todas as minhas investidas manuais, conquistadas “a la alpinista“, pacientemente avançando passo a passo, dia após dia, laboriosamente até que os obstáculos do dia fossem superados, para então no dia seguinte, mais precisamente na noite seguinte, recomeçar a exploração manual de novos territórios, agora já um passinho a frente devido à conquista da noite anterior… Que delícia era aquilo!
Um dia um pedacinho da bundinha, no outro o acesso quase total à região e mais um dia e estava tudo conquistado: o acesso total, o desfrute sem restrições, liberdade total!!! Mas conquistada à duras penas! E enquanto a conquista não se concretizava, a volta angustiante pra casa de pau duro e dolorido só era aliviada pela rápida e infalível masturbada no duríssimo coleguinha. O gozo vinha dolorido, mas reconfortante.
Inesquecível o dia em que a região mais desejada, perseguida e almejada fora finalmente alcançada, um misto de felicidade e tesão invadindo a alma…a descoberta de como era quentinha e úmida aquela região, e como era gostoso deixar um, dois, até três dedos lá dentro enquanto a língua corria ávida de encontro a língua da namoradinha e quanto mais os dedos entravam, mais ávida por beijos a mocinha ficava… Difícil descrever em palavras as sensações daqueles momentos.
E quanto mais as regiões eram manualmente conquistadas, mais surgiam técnicas e manhas que desenvolvíamos para disfarçar os atos de olhos alheios que pudessem nos surpreender em momentos “ilícitos”: ora as mãos percorriam o caminho da xotinha indo por trás do bumbum dela, enquanto o pau ficava coladinho na saia roçando a perequita, permitindo que ficássemos abraçadinhos como um casal comportado; ora as mãos dela abriam furtivamente o zíper de minha calça jeans e sem tirar meu menino de dentro da cueca ela punhetava de um jeito meio desconcertado, aprendiz que ainda era, mas sempre com muito entusiasmo e vontade de aprimoramento. Foram muitos meses de muitas descobertas…
Depois dela vieram outras mocinhas interessantes, intrigantes, geniosas e com elas, mais experiências, mas isso são outras estórias… Além disso, vc já deve estar aborrecida com minhas narrativas ‘água com açúcar’ e tb se perguntando porque escrevi tudo isso….
Resolvi escrever este e-mail, apesar nunca escrever nada para ninguém, muito menos coisas tão pessoais, para parabenizá-la pela maneira primorosa como escreve e para agradecer pela maneira como me fez ter recordações de momentos tão gostosos do passado… E tb do presente! E me divertir demais com os relatos, inevitavelmente causadores de ereções.
Obrigado por lembrar-me de situações semelhantes a sua.
Como já teno 61 anos, e em minha epoca as meninas eram menos liberais que hoje, a quantidade de experiencias que “fui obrigado a ter” foram muito maior e sempre muito gratificantes.
Abraço.
Rapaz, essa época de descoberta é fantástica. Lembro-me ainda como se fosse hoje, quando peguei pela primeira vez numa xotinha!
Como era namoradinha e só nos víamos final de semana, nos dias da semana seguinte, toda vez que me lembrava do fato, tinha que matar a vontade sozinho!
Ei B., tu podia se revelar neh?
bjins.