Suecos reclamam de discriminação na oferta de acessórios eróticosDois suecos apresentaram uma queixa formal de discriminação contra a empresa que detém o monopólio das farmácias no país, alegando que os acessórios eróticos à venda nas lojas são dirigidos mais às mulheres do que aos homens.A Apoteket, estatal que detém o monopólio das farmácias na Suécia, começou a vender acessórios eróticos há poucos meses. A oferta atraiu os clientes e a empresa registrou vendas semanais de mais de mil vibradores e pênis de borracha.
No entanto, os homens argumentam que a oferta de brinquedos eróticos da Apoteket está privilegiando as mulheres e reclamam de discriminação. (…)
Na queixa, consta que a seleção de produtos eróticos da Apoteket demonstra “uma visão falsa e distorcida da sexualidade, segundo a qual uma mulher que utiliza um vibrador é considerada liberada, forte e independente, ao passo que um homem que usa uma vagina de plástico inflável é visto como um ser repugnante e pervertido”. (…)
Defesa
A gerente de produtos da Apoteket, Eva Fernwall, foi obrigada a fazer uma defesa pública da sua escolha de acessórios eróticos. Em um comunicado publicado no jornal Expressen, ela argumentou que não existem muitos produtos de boa qualidade para homens no mercado. “Se houvesse [produtos de qualidade], nada nos impediria de vendê-los”, disse a gerente. (…)
Guerra dos sexos
Apesar da aparente perda na tentativa de reclamar contra a discriminação, a luta dos homens por igualdade na Suécia já acumula algumas vitórias.
As mulheres perderam o privilégio de contar com tarifas preferenciais em agências de relacionamento e nos salões de beleza da Suécia depois de protestos realizados pelo sexo oposto. Agora, homens e mulheres pagam o mesmo preço pelos serviços. (…)
Aproveitando a onda reivindicatória, um casal de lésbicas que tentava ter um filho através de inseminação artificial também decidiu entrar na Justiça. Após ser submetida a três tentativas sem sucesso, uma delas exigiu que a companheira também tivesse o direito de tentar a inseminação.
No entanto, o pedido foi negado pelo juiz com o argumento que um casal heterossexual não teria a mesma oportunidade de realizar uma dupla tentativa, uma vez que homens não podem engravidar.
Desigualdade
Apesar da crescente rebelião masculina, as mulheres suecas afirmam que os homens continuam tendo mais vantagens nas questões consideradas mais fundamentais.
O movimento feminista conquistou, na Suécia, um dos maiores níveis de igualdade de gênero do mundo. No entanto, estatísticas governamentais apontam que as mulheres ganham em média 84% do salário pago aos homens.
Fonte: BBC Brasil
Bem, já vi que esta guerra dos sexos vai longe por lá. Aliás, quando o assunto é desigualdade sexual, é tudo igual só muda o endereço. Achei interessante este movimento masculino. Como eu disse no título, uma verdadeira inversão de papéis. Até ri, lembrando do Dildo Song, afinal, sempre haverá um “PLUG”… risos.
Estava pensando aqui… Será que eu devo mandar um e-mail para a ApoteketA citando o site www.kanojotoys.com ? Sueco pode até não ter brinquedos para homens, mas certamente os japas tem… risos.
Uma hora devemos chegar num equilíbrio. Só acho que nem homens, nem mulheres devam ficar querendo reivindicar para que tudo seja realmente igual. As necessidades de ambos os sexos são diferentes, então deve existir direitos que são diferentes uns para os outros.
concordo com o Bob, é inegável que homens e mulheres são diferentes, querem ser tratados como diferentes. Eu acho que o caso da suécia está meio bizarro demais. Primeiro que devem existir outros sex-shops, nada impede que esses homens comprem seus brinquedos lá, afinal, a farmácia quer é ganhar dinheiro, e se visse essa oportunidade nas vaginas infláveis, elas estariam lá.
O caso da inseminação artificial tb é estranho… as duas São mulheres, as duas tem útero. Nenhuma é uma mulher posando de homem, pra não poder ter filhos só porque homens não podem..
Esse pessoal dos países nórdicos realmente não tem problema nessa vida. Vou dar um tanque de roupa suja pra eles lavarem, e ver se param de preocupar com besteira. Outro dia foi a festinha de aniversário do menino de 8 anos, que deixou de chamar dois coleguinhas, e o caso foi parar na Corte Suprema na Suécia…
Não basta vender dildo na farmácia, agora tem que vender buceta de borracha também!
[...] Dois suecos apresentaram uma queixa formal de discriminação contra a empresa que detém o monopól… [...]
B Acho que você deve mandar o e-mail sim, afinal os homens suecos também tem direito igual aos homens japoneses no que “toca” ao prazer (risos)
Beijos